Todos os posts de Ana Bárbara Dias

O marketing e as inteligências

O marketing e as inteligências

Lembra na semana passada que conversamos sobre toda a evolução do marketing e como ele tem influência em nossas vidas? Essa semana, quero conversar com você sobre as inteligências que a gente desenvolve, e olha que engraçado, que coincidência, que o processo acontece junto com o marketing. No marketing 1.0 percebemos que ele tem o foco na venda, e ao mesmo tempo em que o marketing surgia, era estudado, as  múltiplas inteligências, e afinal qual a ligação das inteligências desenvolvidas por nós com o marketing?

A primeira delas é a inteligência racional, que é a inteligência com a qual resolvemos problemas lógicos, matemáticos, tomamos decisões com base em algo, em alguma necessidade, em alguma razão. Perceba que a inteligência racional tem muito a ver com a razão, com o processo de compra, com o processo do marketing 1.0, que visava produzir e vender, é a razão acontecendo. Em que o consumidor não é emocional ele somente consome por instinto por perceber uma necessidade.

Quando estudamos o marketing a fundo percebemos que o marketing identifica as necessidades para criar um desejo, e esse desejo embutido no consumidor o faz acreditar que essa é a necessidade dele naquele momento, mas na verdade é um desejo que o marketing criou. Então se seguiu os anos e surgiu o marketing 2.0, que se preocupa com a satisfação, e não só em vender, nesta fase as empresas produzem pensando na satisfação dos consumidores, e qual a inteligência que surge, e se relaciona com o marketing?

É a inteligência emocional, em que temos a emoção envolvida. Ela conforme o autor Gilberto Vitor, está relacionada às habilidades de motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns.

Ela então agrega a razão com a emoção, tal como no marketing 2.0, trazendo produtos que tenham custo benefício, que sejam funcionais e emocionais. Surge então o marketing 3.0 que é voltado para as relações, que é centrado nas relações humanas, trazendo com ele à inteligência relacional. Eu tenho então inteligência racional, emocional e relacional, para que seja possível se relacionar com todos os envolvidos. Lembra que semana passada eu citei que no marketing 3.0 temos o envolvimento de muitos para muitos? Temos todos participando do processo construtivo de um produto, de uma ideia, queremos então a funcionalidade, a satisfação e a relação de muitos.

Então temos o que vivemos hoje em dia, a inteligência artificial, perceba como as inteligências acompanharam a evolução do marketing. O que vivemos hoje é o marketing 4.0, que tem o foco na conexão, que é feita através da internet, das redes, sendo este interligado à inteligência artificial, que segundo a Martha Gabriel, também é conhecida como computação cognitiva, ou seja, o computador poder pensar como o ser humano, que possui um potencial inigualável, permitindo superar os nossos cérebros, expandindo para um progresso gigantesco.

Percebemos então a força da inteligência artificial vindo para agregar ainda mais valor no processo do marketing 4.0. Olha que interessante, que todo mercado se desenvolve junto com a nossa vida, como todos os comportamentos se adaptam com as inteligências que vamos aprendendo, se adaptando também ao mercado em que vivemos e aos processos que acontecem ao nosso entorno.

Comece a perceber mais o quanto nossas inteligências e o marketing estão ligados. Continue acompanhando o blog, não se esqueça de comentar, deixar dicas, sugestões, me segue no Instagram @anabarbara.dias, acompanha também a fanpage no facebook @navidatudoeumatroca, e não esqueça que na vida tudo é uma troca. Obrigada.

Como o marketing tem influência em nossas vidas

Como o marketing tem influência em nossas vidas

O que o marketing tem a ver com a nossa vida? Como ele nos acompanha? Como ele se desenvolve junto com o nosso desenvolver, junto com as nossas inteligências, com os nossos processos mercadológicos e com os nossos processos de relacionamento? Se pararmos para pensar o marketing surge com o Henry Ford, quando ele começa a criar os carros da ford, ele decide que vai criar um carro preto e quadrado, para que as pessoas possam ter acesso ao carro, pois na época não se tinha.

O objetivo de Henry Ford com o surgimento do marketing era vender, e qual é a força que ele tem naquela época? É a revolução industrial, por que o mercado no momento era do consumidor em massa, e ninguém conhecia seu produto, pois era inovador. Então qual o conceito do marketing 1.0, que é o primeiro processo de marketing que surge? Seu conceito é o desenvolvimento de produtos, sem a preocupação com os consumidores e a com a sua satisfação, nao há também preocupações com a concorrência, custo benefício, somente se preocupam em produzir, desenvolver produtos, para que esse produto seja funcional.

O foco era sempre de um para muitos, Henry Ford produziu os carros pretos e quadrados, que chamavam Ford T, vendendo para muitos. Sua estratégia foi muito interessante, pois ninguém possuía carro, mas as pessoas queriam que os produtos chegassem logo em suas casas, e naquela época um dos produtos que eram muito consumidos era o leite, as pessoas queriam ter o leite quentinho na porta da sua casa, e o leite demorava para chegar, pois vinha de carroça. Observando essa oportunidade Henry Ford doou carros para alguns leiteiros da região. Com essa estratégia as pessoas começaram a sentir que era importante ter carro, e foram adquirindo o produto.

Surge então no final da década de 70 e início de 80 o marketing 2.0, que já possuía o foco em satisfazer e reter o consumidor, era o marketing que vendia o aspirador de pó na porta da sua casa, ou que vendia tupperware, e qual era o objetivo? Era que o cliente ficasse satisfeito, iniciando então o processo de tecnologia de informação, com produtos com mais qualidade, diferenciação, com a empresa pensando em seu posicionamento. Nesse momento o mercado percebe que seu consumidor, tem coração e mente, não adiantando mais somente produzir, agora era necessário satisfazer meu cliente. O produto deveria ser funcional e emocional, para que os consumidores tivessem ligação emocional com os produtos.

O relacionamento de venda passou a ser então de um para um, vamos lembrar então que sempre no marketing todo processo é cíclico, evolutivo e nunca excludente. Tivemos então o marketing 1.0 na revolução industrial, nas décadas de 70 e 80 o marketing 2.0, e com o surgimento da década de 2000 surge o marketing 3.0. Esse marketing 3.0 é centrado no relacionamento, centrado no ser humano, com o objetivo de fazer um mundo melhor, trazendo então a tecnologia. Essa era da tecnologia tem consumidores sentimentais, que desejam valor, missão, visão, que olham a empresa, e ela precisa oferecer além da função do produto,  e do lado emocional, também o espiritual, voltada a fazer o bem para a sociedade.

Começa então o olhar, do marketing 3.0, para o consumidor ser humano, com coração e sentimento, necessitando ter além de relacionamento, colaboração de muitos para muitos, todo mundo contribuindo uns com os outros. Então surge o que vivemos hoje, que é o marketing 4.0, que tem como objetivo conectar, lembra do nosso segundo artigo que fala da clusterização?

É essa conexão, é a rede que vivemos, é viver em rede e da rede. Faça um desafio, te proponha a uma semana somente consumir produtos que estejam na tua rede. Eu fiz esse desafio com alguns alunos meus e foi muito interessante, pois eu queria comer sushi e não tinha ninguém na minha rede que fazia sushi e entregava em casa. Então perguntei em um dos grupos do whatsapp que eu tenho se algum aluno, conhecia alguém que fazia sushi e que entregasse em casa e um deles conhecia, com isso mais uma pessoa foi acrescida a minha rede. Podemos fazer essa rede funcionar para nós, vivendo dela. É o viver da rede, vivendo em rede.

Os consumidores agora estão online, temos comunidades online, então temos que fazer esse processo comunitário acontecer. Está muito forte agora o marketing sem fins lucrativos, onde o objetivo central não é mais vender produto e sim propagar missão, para melhorar a vida das pessoas. Temos então o consumidor emocional e digital, com o foco nos nossos influenciadores digitais, esse é o nosso marketing 4.0.

Olha como usamos o marketing o tempo inteiro em nossa vidas, você já parou para pensar e perceber como é importante essa percepção sobre a importância do mercado em relação a sua rede, em seu entorno? Pense nisso, e realize muitas trocas. Porque na vida tudo é uma troca. Venha comigo viver essa troca, semanalmente teremos artigos novos, se tiver alguma ideia sobre algum tema comenta aqui no artigo que eu tentarei abordá-lo nas próximas semanas. E para acompanhar todas as novidade, me segue no Instagram @anabarbara.dias e curti a minha página no Facebook @navidatudoeumatroca

E afinal, o que é essa disrupção?

E afinal, o que é essa disrupção?

Muito tem se falado em disrupção tecnológica,  você já deve ter visto, sentido e vivido, quanto a tecnologia vem interferido na nossa vida, tem alterado o curso do nosso dia a dia. O quanto estamos dependentes desses sistemas, ferramentas e aplicativos, o quanto não nos vemos mais vivendo sem o google, muitas vezes precisamos verificar algo, corremos para o Google. Nos tornamos dependentes dessas tecnologias, e a disrupção tecnológica que tanto se fala é a interrupção de um processo normal, com o surgimento de novos processos, como por exemplo o surgimento das startups. Pare para perceber como tem acontecido esse novo olhar mercadológico para essa disrupção, como tem se dado essa tecnologia em torno das empresas e a utilização dela em torno dos processos em que vivemos.

Vamos parar para pensar um pouco o que é essa disrupção tecnológica, o que ela significa, o que quer dizer. Então vamos pensar o que é disrupção? é uma interrupção, que pode ser por conta de um planejamento, de uma inovação, de um processo evolutivo, e essa disrupção tecnológica vem com o Uber por exemplo, que transforma o táxi em uma nova forma de olhar esse negócio, ou a Airbnb, que transforma nossa estadia, o hotel em uma nova estadia, o spotify, que muda o jeito de ouvir música, essas empresas fizeram uma disrupção, ou seja, mudaram a forma como as pessoas lidam com serviços e entretenimento, tornando-os mais fáceis e acessíveis. Vamos parar para pensar mais nessa disrupção, o que é ela, e o que é essa inovação disruptiva que tanto se fala.

Pensando então o que é uma disrupção? é olhar de uma nova forma, interrompendo um curso e iniciar ele de um novo jeito, é parar para olhar esse mercado de uma outra forma. Então o que é inovação tecnológica, é um novo jeito de olhar a tecnologia, é trazer uma nova forma para a tecnologia, juntando as duas palavras podemos perceber que é uma revolução dos processos, tem sido usada muito pelas startups que tem esse novo olhar.

Então podemos nos questionar, porque está vindo tão forte a inovação disruptiva? por que devemos olhar de um jeito diferente e novo, interrompendo a forma que tratamos a tecnologia e mudando essa forma de olhar, revolucionando os processos. É um processo natural, evolutivo que precisamos revolucionar, inovar, mas o que isso influencia no mercado? Comece a olhar o que é esse mercado, essa mercadologia que trata o marketing.

Vamos voltar um pouquinho no primeiro artigo que começamos, que fala sobre essa troca e do marketing em si, a mercadologia. Como é que tem sido esses novos processos mercadológicos, o que é essa tal disrupção mercadológica que tem surgido. Que ainda não se começou a falar mas virá muito forte. O que é essa disrupção mercadológica? é um novo jeito de se relacionar com o mercado, quer saber mais sobre essa disrupção mercadológica? Acesse o ebook que eu escrevi falando um pouco mais sobre esse novo olhar mercadológico que precisamos ter. E não esquece que na vida tudo é uma troca, venha fazer essa troca comigo, dê uma olhada no ebook comente o que  você achou, deixe seus comentários e sugestões, que dica que você dá? sobre o que você gostaria de conversar? Vamos juntos fazer esta troca, me segue nas redes sociais, vem comigo vamos viver essa disrupção mercadológica!

Vamos pensar nas nossas conexões?

Vamos pensar nas nossas conexões?

Esta semana quero conversar com você sobre psicologia do marketing. Você já parou para pensar em como a psicologia tem sido utilizada no marketing? Eu estive em uma palestra da Martha Gabriel, que falou uma frase que fez muito sentido para mim. A frase era sinto, logo existo. Atualmente, as grandes marcas utilizam o poder da psicologia para envolver as pessoas. Têm utilizado as cores, todos os processos de comunicação, todo o apelo visual, toda a divulgação da marca e o envolvimento para outras pessoas visando gerar um comportamento de compra.

Percebe-se muito a psicologia do marketing ativa, o tempo todo, para gerar o comportamento de compra, para gerar a compra efetiva. Podemos perceber também que ao cativar e envolver emocionalmente todas as pessoas num processo de psicologia do marketing, a empresa consegue deter mais seguidores, e com isso consegue também mais advogados da marca. Esses advogados da marca tendem a chamar outros compradores, tornando assim o processo cíclico.

Então voltando à frase da Martha Gabriel, sinto, logo existo, é possível ver que quando há uma promoção, e há o processo de precificação nela, uma Black Friday, por exemplo, como temos visto muito neste final de ano, ou quando oferecem para você levar agora com tantos por cento de desconto, pense um pouco em como as ações do marketing têm atingido você, como o sentir age de forma a nos fazer consumir de forma impulsiva. Nos e-mails, utilizados como uma ferramenta de marketing digital, que você recebe, nas pesquisas que você faz e logo em seguida recebe um email. Você já parou para pensar em como está tudo conectado? Em como está tudo integrado? Comece a olhar mais ao seu redor, a sua clusterização, as pessoas que estão em sua volta, que fazem com que você olhe para um lado ou para o outro, que você consuma um produto e não outro.

Comece a perceber que com essas pessoas você tem um maior envolvimento emocional, e quanto maior esse envolvimento emocional, mais você tende a comprar um produto que esta pessoa consome, ou a endossar um produto que essa pessoa consuma, pedir sugestões. Veja a nova ferramenta que o Facebook tem agora, a ferramenta de recomendação, onde as pessoas pedem recomendação na sua clusterização, pois queremos estar conectados, temos a necessidade dessa conexão, queremos muito consumir, com essas pessoas, fazer com que elas consumam algo também. E quando eu falo para você em consumir é consumir uma ideia, produto, pessoa, serviço, processo. Pense no seu comportamento de compra, quando você vai comprar, como você é atraído? Como chamam a sua atenção?

Olhe novamente a conectividade, toda essa conexão que nós fazemos diariamente a todo minuto. As conexões são as redes sociais, pessoas do nosso trabalho, da nossa família, de todos que nos relacionamos, o tempo inteiro estamos nos conectando, e tentamos vender algo. Comece a perceber a psicologia envolvida nos processos. Comece a sentir mais, como seu consumidor reage, como ele olha para o produto. Comece a perceber todo esse processo de psicologia e comunicação aliados ao processo de compra, e ao marketing.

Vamos pensar na psicologia, ela observa o comportamento do ser humano para verificar como ele se porta diante da sociedade. E o que é comunicação? É um emissor emanando uma mensagem para um receptor que devolve um feedback. E o que é o marketing? É um processo de troca entre o mercado e seus consumidores. Então vamos verificar as três palavras juntas, o que elas nos mostram?

Elas mostram que se juntarmos a psicologia olhando o comportamento do ser humano, com a comunicação, fazendo pesquisa, interagindo, realizando observações, nos inserindo no meio que queremos propagar alguma informação, serviço ou produto e aliar o marketing para gerar essa troca. Torna-se muito mais efetivo essa compra. É mais efetiva o envolvimento, pois ao atrair o consumidor para um processo que queremos gerar, é mais fácil ele se sentir envolvido. E para se conectar efetivamente a esse consumidor, a esse ser humano, você consegue
gerar advogados da sua marca, e são eles que irão endossar o seu processo, que irão te recomendar no Facebook, que irão te recomendar no cluster em que convivem, ou seja, irão te recomendar para sua família, amigos, trabalho, nas redes sociais, e para as pessoas com quais se conectam.

Existe uma ferramenta que tem se falado muito, o coaching? Que também é um processo que olha o  comportamento do consumidor, que observa o comportamento do ser humano, que diz respeito a você se treinar para ser melhor. Então o que ele diz? Que somos as cinco pessoas que mais convivemos, ou seja, as pessoas que estamos conectadas. Mais uma vez vemos a psicologia agindo, e mais uma vez quando você convive com pessoas e se conecta você quer vender alguma coisa, seja uma ideia, um serviço, um produto. Você quer se conectar, gerar uma rede de conexão. Pense nisso. Pense um pouco mais nessa disrupção mercadológica, nessa revolução mercadológica, nesses novos processos do marketing. Teremos novidades toda semana para você. Semana que vem vamos conversar um pouco mais sobre essa disrupção. Continue comigo e não esqueça que na vida tudo é uma troca. Obrigada!

Marketing e seus processos evolutivos

Marketing e seus processos evolutivos

Você já se questionou o quão o marketing é importante na nossa vida, ele interfere em todos os momentos em todos os processos, você já se perguntou como funciona esse processo de troca entre mercado e consumidor? Vamos falar um pouco de conceito, o que é marketing? É um processo social e  gerencial do qual indivíduos e grupos obtêm o que desejam através de troca visando a satisfação de ambas as partes.

Como acontece essa troca? qual o processo em torno dessa troca? e vamos mais a fundo, você já pensou que o marketing está em nossa vida em todos os momentos? que o marketing está presente da hora que a gente acorda para se vestir, da forma em que nos relacionamos e agimos com a sociedade, pois se pararmos para pensar todas as pessoas que estamos conectados fazem marketing, onde em um momento somos parte de um mercado e em outro somos consumidores.

Vamos mais a fundo ainda, e em relação a psicologia, você já pensou o que é psicologia? Ela é uma ciência que analisa o comportamento do ser humano e sua interação com o ambiente físico e social, através da alma e da psique. E psicologia do marketing já ouviu falar? É um tema bastante novo que eu tenho estudado ao longo desses sete anos, que envolve a programação da linguística, marketing, mercado, comportamento do consumidor, e acima de tudo envolve pessoas, que são o centro de todo o processo. Mas este assunto é para o próximo texto.

Hoje vamos falar sobre o comportamento do consumidor, de marketing, de todo o processo da troca, então vamos pensar você já ouviu falar do mix de marketing? já pensou em todo o processo que envolve e como acontece esse processo? Vamos então relembrar o conceito de marketing, que em resumo é a troca entre mercado e consumidor, então vamos entender o papel da empresa em relação a comercialização, em relação ao cliente, entendendo o que a equipe de marketing tem que fazer, também a nova era da conectividades, o que deve ser feito em relação a conectividade e por fim é muito importante entender como funciona o comportamento do consumidor.

Apresento então o 4P’s que é o mix de marketing, produto, preço, praça e promoção, cada um tem uma função. O produto visa desenvolver o produto ou serviço, ou seja o que é produzido  ou oferecido pela empresa para que ela se coloque e se mantenha no mercado, este produto tem um preço, que é o valor percebido, financeiro, e é vendido em local físico ou virtual, a praça, e também tem uma promoção que é o ato de promover, não é o 1,99, este é uma das estratégias.

Para elencar o produto eu preciso de um preço, de um local de venda e tenho que promove-lo, esses são os 4P’s que a empresa precisa olhar. Além disso a empresa precisa saber como irá comercializar,  então vamos conhecer os 4C’s da comercialização, como irá falar com seu cliente, então o produto é feito para um consumidor, o consumidor precisa ver no preço o seu custo, ou seja o custo é o valor agregado, é o detalhe, a apresentação, a marca é o algo a mais que a empresa oferece. As empresas devem então criar um produto ou serviço voltado para seus clientes, em que os clientes percebam o custo, o valor agregado, este produto está sendo vendido em um local, que é a praça, esta deve ser conveniente para o cliente, tem que estar próximo dele, e por último temos a promoção, que precisa promover, comunicar com cliente, é o processo que eu comunico uma ação, onde se tem um emissor passando uma mensagem ao receptor, e o receptor passando um feedback ao emissor.

Então você já aprendeu os 4P’s da empresa em relação ao produto e os 4C’s da empresa em relação a comercialização, que é cliente, custo, conveniência e comunicação,apresento agora os 4A’s da equipe de marketing, o que esta equipe deve fazer em relação a este produto que está sendo feito para um cliente, deve realizar uma análise se o produto está realmente sendo feito voltado para o cliente. Então o que a empresa precisa fazer para o cliente perceber o custo do produto e não o preço, ela precisa adaptar, para que o algo a mais seja percebido, este produto está sendo vendido em um local que deve ser conveniente para o cliente, e a equipe deve ativar este local, a promoção precisa comunicar com o cliente, e a equipe de marketing precisa então avaliar se a comunicação está sendo bem feita.

Desta forma são os 4A’s da equipe de marketing, analisar, adaptar, ativar e avaliar. Mas não para por aí, pois temos um mundo conectado, digital,  as redes, todo um processo de conectividade, surgindo então os 4C’s da conectividade, caso você tenha alguma dúvida até aqui, veja a imagem a seguir para entender um processo como um todo. Mas continuo a explicação do processo como um todo para você compreender todo o processo evolutivo do mix de marketing, para melhorar seu alcance ao consumidor e este seja advogado da sua marca, e traga outros consumidores, começando a girar um processo cíclico, no marketing tudo é cíclico.

Voltando então vimos os 4P’s do produto, os 4C’s da comercialização e os 4A’s da equipe de marketing, vamos conhecer então os 4C’s da conectividade. Pense comigo, se eu tenho um produto que é feito para um cliente e analisado pela equipe de marketing, a conectividade faz com que aconteça a cocriação, a equipe de marketing precisa realizar o processo de cocriação com o cliente para que ele se sinta parte da empresa, do produto, para que ele se enxergue no produto,  como acontece isso? Vamos pensar no Uber, Spotify, Airbnb, netflix várias empresas que pensam nisso, o cliente diz como quer e a empresa se prepara para entregar.

O primeiro c da conectividade é a cocriação, o segundo c é currency que é moeda, o preço tem um custo que tem que ser adaptado pela equipe de marketing, temos então a moeda, que é quanto o cliente quer pagar, é você que decide o seu trajeto do uber e paga um valor x, é você que decide quanto irá pagar no spotify e quanto acesso terá, e também no netflix onde decidimos quanto acesso queremos ter, quantas pessoas queremos interligar, na Airbnb decidimos a casa que queremos ir, onde queremos ficar, e quanto eu pagar, isso é a moeda.

Temos então a praça, que tem que ser conveniente, e a equipe de marketing precisa ativar esse local, só que agora, nos 4C’s da conectividade, esse local tem que ser ativado pela comunidade desse cliente, porque agora vivemos um momento em que precisamos confiar para consumir, precisamos ter transparência e se sentir parte também para consumir, como queremos consumir, quanto queremos gastar, ativamos a comunidade no digital, com as redes sociais, como acontece no facebook a pouco tempo que podemos pedir recomendações para alguém da sua comunidade, caracterizando a ativação comunitária. As grandes divulgações que acontecem durante as novelas não passam mais tanta confiança quanto essa ativação comunitária.

Agora temos que finalizar processo dos 4cs da conectividade, onde temos a promoção que precisa comunicar com cliente e é avaliada pela equipe de marketing, ativa conversando com o cliente, onde temos o exemplo do netflix que quando o cliente deseja reclamar ele utilizar uma linguagem que o cliente gostaria que fosse usada, da série que ele assistia, transformando essa comunicação em uma grande estratégia de marketing. Veremos um pouco mais desse olhar na psicologia de marketing, porque nada é por acaso no marketing, tudo tem um estratégia, e com o surgimento da psicologia do marketing ele começa a se fazer parte da nossa pele, começa a ser a nossa pele.

Para finalizar o ciclo, e transformar o nosso cliente em nosso advogado vamos aprender os 5A’s do comportamento do consumidor, vamos olhar o processo assim, onde temos um produto voltado para um cliente, eu do marketing analiso realizo o processo de cocriação, e o meu cliente cria um comportamento de assimilação, onde ele com a assimilação ele verifica o preço, visualizando o custo, o pessoal de marketing adapta essa moeda, transforma o currency, e o consumidor tem o comportamento de atração, ele é atraído, dando continuidade temos a praça, que é o produto sendo vendido em um local, que deve ser conveniente ao cliente, esse local será ativado pela equipe de marketing através da comunidade dele, então temos a arguição, o comportamento de envolvimento do cliente, questionamentos.

A promoção é o ato de promover, onde nos comunicamos e avaliamos se a comunicação está efetiva, e o consumidor tem o comportamento da ação, que é a compra do serviço ou produto oferecido pela empresa. Temos então a grande sacada, e temos que causar uma experiência simples no cliente, que seja com sorriso, bom atendimento, música, então o consumidor entra no processo de apologia, onde ele tem o comportamento de propagar na sua rede, sua rede se conectando com outras redes, e o seu consumidor já virou advogado da marca. Relembrando então que os 5A’s do comportamento do consumidor são assimilação, atração, arguição, ação e apologia.

Você conseguiu entender um pouquinho da importância de pensar melhor o marketing, vamos nos ver semanalmente, e você conseguirá acompanhar comigo como o processo é apaixonante, cíclico e cheio de trocas contínuas. Espero que você tenha gostado, se você tiver alguma sugestão, ou dúvida comente aqui no link, que tentarei escrever sobre. Vem comigo e não te esquece que na vida tudo é uma troca. Muito Obrigada, até a próxima.

No marketing, tudo é uma troca!

No marketing, tudo é uma troca!

A todo momento, estamos cercados por algo  que muitas vezes nem percebemos. Praticamos trocas constantes entre mercados e consumidores, que podem ser realizadas pela compra de um produto, serviço e pela transmissão de conhecimento. Este mundo das trocas é o marketing, amplo e com diversos olhares. Esta é uma das áreas de maior atenção, quando as empresas precisam captar, reter e fidelizar clientes.

E é sobre isto que quero conversar com você quem eu sou? Sou a Professora Mestre Ana Bárbara Dias, graduada em Comunicação Social, pós-graduada em Assessoria Parlamentar, com MBA em Marketing e Mestre em Administração. Apaixonada pelo marketing, realizo trocas contínuas com minha rede de relacionamentos. Trabalho atualmente como professora universitária.     E como todo professor da área, busco ultrapassar um grande desafio, transformar o olhar do aluno sobre esta área para um olhar mercadológico, tendo em vista o crescimento do marketing e o aumento de ações nessa esfera.

O autor Philip Kotler, que é o pai do marketing, o define como uma ciência, uma arte que explora, cria e entrega valores, com o intuito de realizar trocas que satisfaçam as necessidades de um mercado, gerando também lucro. Ou seja, o marketing é um processo que tem foco em conhecer o mercado de atuação e satisfazer as necessidades dos clientes, para que eles percebam o custo do produto, com seu valor agregado, e, por fim, realizem trocas satisfatórias para ambos.

Para se compor uma estratégia de marketing, o profissional do ramo pode utilizar diversas ferramentas auxiliadoras, pois a estratégia precisa ter seus objetivos bem definidos para que sejam alcançados. O composto mercadológico, também denominado mix de marketing, bem como seus processos evolutivos, podem vir a auxiliar o marketing, apresentando as variáveis que influenciam o mercado, tais como: os quatro P’s, do produto, os quatro C’s, da comercialização, os quatro A’s, da equipe de marketing, os quatro C’s, da conectividade, e, os cinco A’s do comportamento do consumidor, ferramentas estas que aprofundaremos nos próximos textos.

Neste mercado complexo, que cresce a cada dia, nós estamos organizados em clusters, que nos aproximam e nos conectam cada vez mais. Cada cluster é composto por redes de contato, ou seja, são os grupos de pessoas que convivemos e que de alguma forma nos conectam, seja pessoalmente ou online, através de encontros pessoais, profissionais ou nas redes sociais. Os novos processos de marketing nos mostram que vivemos em rede, e da rede, e que por meio dela realizamos nossas atividades diárias, buscando sempre agregar valor em nossos relacionamentos. Você já pensou com quem tem se conectado?

Em todo o contexto do marketing e seus diversos olhares percebemos que para realizar todo este processo é preciso entender como se comunicar com seu público-alvo. E esta comunicação, para ser efetiva, utiliza-se da psicologia do marketing, que visa, além de melhorar as relações profissionais – para conseguir passar o que realmente deseja, com o foco no seu cliente-alvo, passar do marketing de massa para um mais particular, trocando e agregando valor entre os pares, fazendo com que o marketing, um processo mercadológico, contribua também para o processo de desenvolvimento pessoal, e posicionamento de cada um com o mercado em que atua.

Com o novo mercado conectado, o marketing, que permanece em constante mutação, se desenvolve ainda mais para atender as necessidades do mercado consumidor, e busca incansavelmente criar uma conexão com os clientes. O marketing não é simplesmente fazer uma propaganda – a propaganda é uma ferramenta do marketing – ele é muito mais abrangente. As empresas precisam fazer uso do marketing com a psicologia para entender seu mercado. A psicologia do marketing auxilia na percepção do produto, fidelização e outros, assunto este que conversaremos também nos próximos artigos.

O marketing vai além das empresas, todos nós também realizamos marketing, seja ele pessoal, de relacionamento ou para posicionamento, em que dependendo da ocasião, vendemos nosso produto, ou seja, nós mesmos. Somos produtos diferenciados e únicos, pois cada um tem suas competências, habilidades, conhecimentos, atitudes e facilidades.

Tomamos decisões o tempo todo, desde o que vestimos, comemos e compramos, e o marketing tem um papel muito importante neste aspecto, onde o mercado e as empresas, através de suas ações e estratégias, buscam influenciar seus clientes e prospectos, que são seus possíveis clientes, a adquirir seus produtos ou serviços.

Você já parou para analisar como o marketing interfere no seu dia-a-dia? Como as empresas levam você a tomar uma decisão rapidamente sem que você note? O mundo do marketing transforma e é transformado o todo tempo. As empresas e os profissionais do ramo buscam realizar uma ligação do marketing com as inteligências, sejam elas racional, emocional, relacional ou artificial, em que podemos tomar decisões com melhor assertividade, assunto que também conversaremos nos próximos posts.

O marketing está sempre ao nosso redor -sempre – desde a sala de aula onde o professor “vende” seu conhecimento e a si mesmo para o aluno, no comércio, nas empresas, na mídia e nas redes sociais. Ele está dividido em diferentes segmentos, como marketing digital, marketing de relacionamento, marketing viral, marketing de fidelização, marketing social, direto, indireto, marketing de resposta e endomarketing, entre outros.

As diversas áreas ou segmentos do marketing oferecem diferentes opções para as empresas, de poder realizar o marketing para divulgação melhor dos produtos, e com isso captar novos clientes, fidelizar os já existentes, para torná-los fixos, também consegue realizar ações de marketing interno para melhorar seu relacionamento com os funcionários.

Com o ambiente mutável do marketing, as empresas conseguem tornar as ações planejadas em ações práticas. O marketing digital facilitou muito esse procedimento, aumentando o contato com o cliente, a divulgação, os relacionamentos e muito mais.

Este mundo pode parecer muito complexo. Ele é, na verdade, apaixonante. Cada detalhe dele nos leva a um conhecimento maior da realidade em que estamos inseridos. O marketing é maravilhoso. Por isso e muito mais, venha desvendar comigo este mundo do marketing. Venha se apaixonar por ele também. Venha viver esse mundo da troca, pois, afinal, na vida, tudo é uma troca.

Profª Msc. Ana Bárbara Dias