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E afinal, qual é o futuro do marketing?

E afinal, qual é o futuro do marketing?

Essa semana vamos conversar sobre quais são as tendências do novo marketing que surge, do marketing conectado, com foco profundo no cliente, com foco nas experiências dos clientes conectados, e das empresas conectadas as experiências dos clientes. Quais são as grandes tendências que começamos a viver? Temos algumas surgindo muito forte, além de ter o foco na experiência, e nas conexões como já tenho falado com vocês, do marketing 4.0, do marketing de empatia que também tem foco nas experiências dos clientes, o futuro é contextual.

Quando eu digo essa frase o futuro do marketing é contextual quer dizer que temos que colocar o cliente dentro do contexto, o contexto faz parte de tudo, é o que os consumidores querem, é o que o novo ambiente trás, o que vai direcionar as ações dos clientes. O foco não é mais na publicidade, e sim no contexto que faz com que o consumidor alinhe seus propósitos, por exemplo quando vamos consumir algo olhamos para o produto e contextualizamos para o nosso momento, para nossas conexões, contextualizamos com as experiências de outros, e voltamos mais uma vez então ao foco que não é mais no produto e sim na solução que ele irá trazer.

O marketing precisa olhar para a contextualização, pois um serviço ou produto pode ser pra mim diferente do que é para você, um dos outros focos que vem muito forte e que já é trabalhado desde do inicio do marketing do século XXI com o marketing 3.0, é o marketing sem fins lucrativos, temos a força na missão, no propósito, na causa, qual é o objetivo central? Não queremos vender produtos ou serviços, queremos propagar uma missão, para depois vender. O foco agora é a orientação nas causas, nos propósitos, qual é o propósito que se tem em relação ao consumidor, e qual o propósito do consumidor em relação a empresa.

Temos agora uma abordagem integrada dos envolvidos, dos consumidores, temos também a automação de marketing que vem como um dos futuros do marketing, pois precisamos ampliar nossos conhecimentos sobre a automação de marketing, vamos voltar a conversar sobre a automação, que é um tema muito complexo que começou a ser estudado agora. Não podemos deixar de pensar na automação, pois precisamos aumentar esses processos para irmos além dos muros da empresa, para integrarmos muitos canais, fontes de dados, aplicações, de uma forma automática e integrada.

Precisamos prestar mais atenção quando falamos do marketing 4.0, do digital, das conexões, desenvolvendo assim ainda mais a inteligência artificial, e com ela vem os chatbots. Quem são os chatbots? Eles são o atendimento robô, o robô que nos atende, é o futuro do marketing, são as experiências conectadas, é uma forma prática de melhorar o relacionamento entre o cliente e a empresa, tornando o cliente mais engajado, e mais próximo da empresa. O chatbot é um robô que te atende, você liga e conversa com o robô para facilitar o seu processo.

A inteligência artificial precisa ser mais pensada, precisamos pensar mais nos chatbots, na automação, no marketing sem fins lucrativos e na contextualização, esse é o foco. Contextualize, viva o mundo do seu consumidor, entenda o que acontece no mundo dele, para que o seu produto caia como uma luva para esse cliente, crie experiência positiva, pois ela posiciona, e não esquece que na vida tudo é uma troca. Continue acompanhando minhas redes sociais, meu Instragram é @anabarbara.dias e minha fanpage @navidatudoeumatroca. Obrigada!

Marketing de empatia: o que é e como usar

Marketing de empatia: o que é e como usar

Essa semana vamos falar sobre marketing de empatia, muito tem se falado sobre praticarmos mais a empatia, que a empatia é algo importante. E afinal, o que é empatia? É conseguir sentir, perceber o que o outro tentou falar, expor, é se colocar no lugar do outro, criar uma identificação, um relacionamento. E o marketing é a troca entre mercado e consumidor, e essa troca atualmente é muito mais profunda, pois é preciso se relacionar, pois estamos vivemos o marketing 4.0, que é o marketing da conexão, da conectividade.

E o marketing de empatia? Muito tem se falado sobre, ele acontece quando a marca olha e escuta de verdade o seu consumidor, e se preocupa em entregar um valor para ele, e não só um produto ou serviço, entregar uma solução, se colocando no lugar de seus consumidores, é o que tem se chamado de humanização da marca. É a empresa mais próxima do consumidor, se relacionando bem e melhor com ele, estando tão conectada, que a execução da marca é empática, se tornando humanizada.

Como então se constrói esse marketing de empatia? Quais são os pilares, o que temos que começar a pensar? Antes de falarmos de marketing de empatia precisamos entender o que é mapa de empatia, que serve para auxiliar as empresas a descobrirem qual o perfil do seu consumidor, e entendê-lo melhor ,mapa de empatia é construir um mapa conceitual, uma ferramenta visual que se consiga verificar aspectos relacionados ao consumidor, contendo alguns pontos relacionados ao perfil deste consumidor, definindo a persona, quem é o público alvo, como ele é, aprofundando esse público alvo, e quais os seis passos que a empresa tem que adotar para desenvolver posteriormente o marketing de empatia?

Os pontos dentro do mapa de empatia são: o que o cliente pensa e sente, o que o cliente escuta, o que ele vê, o que ele fala e faz, quais são as fraquezas e quais são as oportunidades. Nas fraquezas podemos pensar quais são as dores e nas oportunidades o que podemos oferecer, pois dentro da empatia temos que ter foco na solução. Cada empresa, cada produto, oferece uma solução para um determinado público, essa solução é focada em um público alvo.

Então, entramos no marketing de empatia, lembra que o mapa de empatia é para conhecer melhor o perfil do consumidor, e o marketing de empatia vem para relacionar-se com esse consumidor, vem para conseguir envolvê-lo, criando uma estratégia de comunicação, aperfeiçoando o produto e serviço, criando canais de comunicação mais eficazes, que cheguem efetivamente no público alvo.

Conseguindo assim, traduzir da seguinte forma, o que o cliente vê é como é o universo desse cliente. Vamos olhar onde ele está, vamos pensar o que tem dentro de sua mochila, qual é o processo de evolução desse cliente, quem é essa pessoa, qual a sua segmentação, onde ele está localizado, como ele consome, qual é a sua renda, estilo de vida, qual o seu comportamento em relação a marca.

Vamos para o segundo ponto que é o que o cliente escuta, temos que pensar quais as informações que ele busca e que ele considera relevante, então temos que pensar qual solução ele está esperando, o que para ele é importante e o que não é. Partindo então para o terceiro passo, que é o que ele pensa e sente, que no marketing de empatia é o que leva ele a consumir o seu produto ou serviço, o que representa para o universo dele, que valor para o universo do cliente tem seu produto ou serviço. O quarto ponto tem relação com o que ele fala e faz, trazendo para o marketing de empatia pensamos sobre qual comportamentos comuns esse cliente tem  dentro do grupo dele, vemos então o quinto que são: quais são as dores, desse cliente, suas fraquezas, quais são as suas dúvidas, quais são os receios, lembra do neuromarketing que eu tenho que desmistificar o medo.

O último ponto é quais são as oportunidades, os ganhos, quais são as soluções que eu ofereço, e no marketing é como eu vou ajudar a superar essas dores, e quais as oportunidades que podem surgir a partir daí. Com isso começamos a entender um pouco mais  sobre o marketing de empatia, e também, que a empresa precisa ser mais humanizada, que a marca precisa ser mais humanizada, e que ela precisa se colocar no lugar do consumidor, por que afinal na vida tudo é uma troca. Continue acompanhando nossas novidades semanais, e me siga nas redes sociais meu instagram é @anabarbara.dias e minha fanpage é @navidatudoeumatroca. Obrigada!

Vamos pensar mais em nossas experiências?

Vamos pensar mais em nossas experiências?

Essa semana vamos conversar sobre experiência. Você já pensou nas experiências que você tem vivido com as marcas que você utiliza, eu tenho usado muito em sala de aula o termo experienciação, quais são as experiências que as marcas causam diariamente em você? Quais são as experiências que você tem vivido diariamente? Ao utilizar uma roupa, entrar numa loja, assistir uma propaganda, andar na rua e ver um outdoor, ao ser abordado por alguém fazendo alguma ação de marketing?

Então essas experiências são chamadas de live marketing, que significa  a atividade de comunicação onde se incluem todas as ações, campanhas ou eventos que proporcionem experiência de marca e interação para que de forma estratégica, se atinja resultados e soluções de comunicação para as marcas, produtos e serviços. O live marketing surge como um processo evolutivo do marketing promocional, onde não é somente fazer uma promoção, mas sim promover, causando experiência.

Imagina quando você assiste uma propaganda e você se emociona, ou sente o que a pessoa esta sentindo, sente empatia, que é algo muito importante. Vamos continuar falando de neuromarketing, mas ele é um processo profundo e quando você entende que é preciso gerar experiências para conseguir desenvolver o neuromarketing, fica muito mais fácil, de você entender que não é só o neuromarketing, o marketing, a programação neuro linguistica ou a persuasão, são muitos processos interligados que resultam na experiência.

Essa experiência é que fará com que se alcance o posicionamento de marca, seja a marca pessoal, de roupa ou comida. O posicionamento é como a marca está posicionada na sua mente, então pense o seguinte, se a experiência foi positiva, o posicionamento também será positivo, tome cuidado, pois temos aquele ditado que é a primeira impressão que fica. Eu mudaria esse ditado para a primeira experiência é a que posiciona, por isso tome cuidado com a primeira experiência que você causa.

Eu tenho lido muito que nós somos resultados do que causamos nas pessoas, somo resultados da experiência que trazemos para as pessoas, e nós, pode ser nós pessoas, ou nós marcas, ou ideias, ou serviços, pois tudo é marketing e marketing é tudo. Se paramos para pensar, a todo momento estamos fazendo trocas entre mercado e consumidor.

A todo momento estamos sendo vivenciados por algum processo de troca seja nos atingindo, agindo ou vivenciando, então quando você for causar o primeiro impacto, cause a primeira experiência, e essa experiência deve ser positiva para que você consiga se posicionar da forma correta. Posicionamento de marca segundo Kotler é a ação de projetar o produto e a imagem da organização, com o fim de ocupar uma posição diferenciada, ou seja, é como vou estar na mente do meu consumidor.

Como vivemos em um mercado clusterizado onde estamos todos conectados, preste atenção na experiência que você tem causado, e não esquece que na vida tudo é uma troca. Continue acompanhando semanalmente meu blog e me segue lá nas redes sociais, meu Instagram é @anabarbara.dias e minha fanpage é @navidatudoeumatroca. Obrigada!

Persuasão, melhore seus “Sim”

Persuasão, melhore seus “Sim”

No nosso dia a dia buscamos sempre uma troca, e a persuasão é quem nos auxilia neste quesito, além disso com a persuasão ambas as partes que interagem ganham algo em troca, tornando isso ainda melhor. A comunicação nos ajuda a realizar a persuasão, com nosso familiares, com o público de nossa empresa, ela tem papel primordial, pois se ela for clara e passar o que desejamos de forma correta conseguimos alcançar o nosso objetivo que é persuadir, seja em relação a alguma ideia, produto ou serviço.

Você já pensou no impacto que as persuasões bem sucedidas que você desenvolve fazem em sua vida? Ou seja, em como os sim e confirmações que você recebe afetam seu dia a dia, na sua família, relacionamentos, amigos e principalmente na sua carreira profissional?

Nesta semana vamos falar sobre algumas técnicas para persuasão, mas lembre-se não manipule, pois com a manipulação um lado sai perdendo. Como já dizia Tiger Woods, devemos treinar e repetir o que fazemos para desta forma conseguirmos alcançar nosso objetivos, então se você é vendedor? Treine sua venda, palestrante? Treino o que deseja falar. Independente do que você faça, com treino e repetição você se sairá melhor, como sempre repetia Tiger Woods “me tornei um homem de sorte depois que passei a treinar 10h por dia”.

Cuidado com as multitarefas! Apesar de muitos falarem que podemos fazer várias coisas ao mesmo tempo, a ciência nos diz que para realizarmos algo dando o nosso 100%, o nosso melhor, devemos nos concentrar e realizar uma coisa de cada vez, busque a cada dia realizar suas tarefas tentando focar, e desta forma você terá  um melhor rendimento, na hora de persuadir, tenha o foco no momento, preste atenção e será bem sucedido.

Nosso cérebro é dividido entre o consciente e inconsciente, e a maior parte dele é inconsciente, e é nesta parte que ocorrem as mudanças, e também a persuasão, a técnica Eyebrown Flash nos mostra isso, e nos fala que para melhorar a persuasão devemos criar uma conexão com quem falamos através da linguagem verbal ou não verbal, um exemplo seria, em uma conversa, você deve, além de se concentrar, criar uma conexão fazendo gestos parecidos com os que a pessoa que você se comunica faz, de forma sutil, vista a roupa que se aproprie melhor para a ocasião, pois quando o cliente se identifica com você acontece a conexão, e a identificação só acontece quando há algo parecido, em comum.

A linguagem verbal também é importante, busque falar sempre da mesma forma que o outro, no mesmo tom de voz, com a mesma velocidade, usando as gírias ou não, de acordo com o que a pessoa fala com você. Muitos pensam que um bom comunicador é quem sabe vender é quem fala muito, mas na verdade quem fala muito é desagradável. Você precisa saber ouvir quem é o alvo da sua persuasão, e fazer links com o que ela fala para assim desenvolver o assunto para persuadi-la.

Todas essas técnicas e formas de comunicação são muito importantes e necessitam de muito treino e repetição, pense em como melhorar sua comunicação com seus clientes para criar a conexão necessária, melhorando sua comunicação e obter o “sim” desejado. Cada técnica deve ser treinada separada e depois juntá-las, para que você obtenha o seu melhor desempenho.

Você aprendeu diferentes técnicas para melhorar seus desempenhos pessoais e profissionais, e melhorar ainda mais sua vida com as persuasões bem sucedidas. Você tem recebido muitos “sim”? Eles têm mudado sua vida? Pense nisso e melhore a si mesmo, e não esqueça que na persuasão acontecem trocas, assim como na vida tudo é uma troca. Se desejar que eu escreva alguma coisa é só mandar nos comentários, e me siga nas redes sociais, minha fanpage é @navidatudoeumatroca e meu instagram é @anabarbara.dias, obrigada e continue acompanhando semanalmente.

Como conquistar seu consumidor

Como conquistar seu consumidor

Nessa semana nosso post é um infográfico que te ajudará a persuadir seu consumidor, lembrando sempre que as técnicas de persuasão devem ser usadas para satisfazer todas as partes envolvidas. A persuasão é uma técnica utilizada a muito tempo, porém atualmente vem sendo disseminada e estudada por diversas áreas, nós do marketing utilizamos essas técnicas aliadas a alguns processos do neuromarketing, que conversaremos na semana que vem. Não se esquece que na vida tudo é uma troca, e continue acompanhando semanalmente o blog, me segue também no insta @anabarbara.dias e no face, minha fanpage @navidatudoeumatroca obrigada!

Novidade!

Novidade!

Nessa semana temos uma novidade, agora escrevo mensalmente par a plataforma Meu Redator, confere lá, como o marketing tem influenciado nossas vidas através das trocas. Semanalmente teremos novidades aqui no blog continue acompanhando e não esquece, que na vida tudo é uma troca!

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Como usar o neuromarketing

Como usar o neuromarketing

Essa semana vamos continuar falando sobre neuromarketing, esse assunto tem sido muito falado em todos os lugares, mas como utilizar o neuromarketing, e o que é essa ciência nova? O neuromarketing é praticamente conseguir entrar na mente do consumidor, é conseguir compreender o consumidor, compreender a mente do ser humano tão bem a ponto de ficar fácil entrar nela e conseguir vender uma ideia, um produto, um serviço.

Vamos começar a compreender como utilizar essa ciência que visa desvendar a mente dos consumidores, e o início é compreendendo quais são e como usar os vinte pontos do neuromarketing, o que são eles? São os vinte pontos que você consegue utilizar para persuadir o seu consumidor, facilitando o processo de compra e o comportamento do consumidor.

O ponto número um é, perceba como está funcionando o grande grupo, ele é muito interessante, pois gostamos de ser aceitos pela sociedade, de andar em grupos, como os animais. Devemos perceber como funciona a sociedade, como ela se desenvolve, como olhar e entrar nos grupos que existem nela, fazendo com que a massa escolha o seu produto ou serviço.

Lembra da estratégia utilizada por Henry Ford quando lançou o Ford T? Que doou alguns carros aos leiteiros para chegar o leite quentinho nas casas dos grandes comerciantes, e com isso gerou o desejo de todos possuírem um carro. Essa é a estratégia que é muito forte hoje em dia, percebemos isso com os influenciadores digitais, que ganham os produtos e fazem merchandising dos produtos para que a grande massa que os seguem passem a utilizar esses produtos ou serviços.

O ponto número dois é, siga quem sabe, utilizando o mesmo raciocínio, pois queremos seguir quem sabe. Lembra que vimos isso quando citei que somos as cinco pessoas que mais convivemos? Queremos seguir quem possa acrescentar algo em nossas vidas, profissionais e pessoais.

O ponto três é simplicidade, as pessoas precisam olhar e logo entender o que é o seu produto, o que ele faz, o que oferece, quais as vantagens dele. O ponto quatro é o atendimento diferenciado, queremos nos sentir únicos, especiais, queremos atendimento com qualidade, e a qualidade é o ponto cinco, qualidade do atendimento, do produto, do serviço.

O ponto seis é, saiba o nome dessa pessoa, dos seus consumidores, trate eles sempre pelo nome, o nome é a coisa mais importante que temos, é a primeira palavra que ouvimos. O ponto sete é focar na solução, qual a solução que esse produto me trás, é isso que as pessoas querem saber, como o produto vai facilitar suas vidas. O ponto oito é mais importante que eu são os meus, sabe aquele ditado adoça a boca do meu filho minha boca adoça? Imagine então que você trabalha em uma empresa e no cadastro você informa que tem filhos e a data de aniversário dele, e no dia do aniversário do seu filho você recebe algum presente em casa para o seu filho, essa empresa deixará uma marca em você, e você não esquecerá dela. Esse é o princípio mais importante que eu são os meus, devemos olhar essa dica com carinho.

O ponto nove é relacionamento, diga o que eu quero saber, lembra da dica três que é simplicidade? Então as empresas precisam dizer o que queremos saber, temos ouvido muito falar sobre escutatória, um colega meu de trabalho professor André Santos lançou um livro chamado escutatória. Precisamos aprender a escutar melhor, pois geralmente quando estamos escutando já estamos pensando no que responder, precisamos escutar mais, e dizer o que as pessoas querem saber.

O ponto dez é desmitifique o medo, facilite, faça as coisas serem simples, não deixe as pessoas com medo de perguntar sobre seu produto, ou com medo de testar. O ponto onze é facilite não dê, temos visto muitos sites que oferecem ebooks para baixar, lá digitamos nossos dados e começamos a receber alguns emails, através da utilização do inbound marketing, então facilite, mas não de, pois quando se dá algo, não somos valorizados, facilite, peça um email ou um telefone.

O ponto doze é, estimule os grupos, olha que interessante, voltamos para a clusterização, as pessoas consomem em grupos, lembra que eu falei em um texto sobre isso? Queremos consumir como os nossos. O ponto treze é, sua mãe sabe  mais, essa dica é interessante, pois a nossa mãe sempre sabe, converse com a mãe desse consumidor, stalkeia a mãe dele, quais comentários ela faz, começando a perceber como é a comunidade que você deseja entrar, como ela reage, como ela consome.

O ponto quatorze é muito importante, é, surpreenda, surpreenda sempre, em coisas simples, surpreenda na apresentação, no atendimento, para que você surpreenda cada vez mais, e se torne referência, quanto mais você surpreende mais referência você se torna, mais o seu consumidor te indica. O ponto quinze tem relação com um filme chamado Matrix, se você não assistiu, assista, ele é antigo mas vale muito apena assistir, neste filme eles constroem um ambiente que nós queremos que o cliente perceba, então perceba mais e construa um ambiente que o cliente perceba mais, que ele se sinta à vontade para consumir.

O ponto dezesseis é persuasão, eu fiz um curso que já citei no texto da semana passada sobre o poder do sim, e nas próximas semanas vamos conversar um pouco mais sobre a persuasão, e a importância de conseguir persuadir da maneira certa, da maneira positiva. O ponto dezessete é alegria versus satisfação, queremos que nossos clientes fiquem alegres, mas queremos que ele fique satisfeito e o foco deve ser na satisfação, lembrando do objetivo do marketing que é realizar trocas para que ambas as partes se satisfaçam, foque na satisfação.

O ponto dezoito é, economize energia, tornando seu produto simples, para que ao olhar o seu cliente saiba qual solução ele oferece. O ponto dezenove é utilize as técnicas de gamificação, faça seu cliente participar de alguma competição, de algum jogo simples, aprofunde esse processo de gamificação, compreenda como utilizá-lo em benefício de seu produto e serviço.

O ponto vinte é, não se importe com os sete pecados capitais, eles são biológicos, todo mundo sente fome, todo mundo tem gula, inveja, avareza, luxúria, ira, preguiça e vaidade. Lembre disso e não esqueça que cada vez mais devemos entrar na mente de nossos consumidores, entrar na mente de forma positiva, simplificando a vida dele, criando o mundo que queremos para que os consumidores consumam os produtos ou serviços que oferecemos. E não esqueça, que na vida tudo é uma troca, toda energia que você emana volta para você, se desejar que eu escreva alguma coisa é só mandar nos comentários, e me siga nas redes sociais, minha fanpage é @navidatudoétroca e meu instagram é @anabarbara.dias, obrigada e continue acompanhando semanalmente.

E afinal, o que é neuromarketing?

E afinal, o que é neuromarketing?

Muito tem se falado em comportamento do consumidor, em neuromarketing, em utilizar as ferramentas para acessar o consciente, e do inconsciente, buscando melhorar o processo de compra, o processo de venda, de conquista do consumidor, mas antes de entrarmos a fundo no neuromarketing quero conversar com você sobre um assunto que também é muito importante, o nosso cérebro. Ele é o instrumento mais importante do nosso corpo, o que fazemos, o que vemos, o que sentimos está relacionado ao nosso cérebro.

Em um evento que fui, a neurocientista Martha Gabriel comentou sobre 12 dicas relacionadas ao cérebro, temos que pensar um pouco mais sobre as ações que executamos, sejam elas relacionadas ao consciente ou ao inconsciente. Quanta coisa inconsciente nós fazemos? Lembra da mochila que nós falamos em alguns textos atrás? Tudo que foi colocado em nossa mochila pelos nossos familiares, nossos amigos, essa mochila, é o nosso cérebro, relacionada diretamente aos nossos processos, hábitos de compra, de consumo, nossos hábitos do dia-a-dia. Sempre quando eu falo da mochila eu cito um exemplo simples, o que você toma de manhã, leite com? Todo mundo fala nescau, mas eu tomo Toddy, porque foi o que minha mãe colocou na minha mochila, faz sentido?

São processos assim que temos que começar  a pensar, o que tem na nossa mochila, essa mochila está la dentro de nosso cérebro, que nos faz tomarmos decisões de forma inconsciente. É importante a gente começar a pensar em agir mais consciente. Muito tem se falado em neuromarketing, neurociência, em neurolinguística e vamos conversar muito sobre esses assuntos, mas vamos começar dando as dicas que a Martha Gabriel passou para que a gente tente utilizar mais nosso cérebro, para conseguirmos medir o que conseguimos realizar. Para termos um cérebro consciente filtrando as mensagens através da programação neurolinguística, porque no subconsciente já temos as mensagens subliminares, os cheiros que nos fazem lembrar de alguma coisa, ou uma comida que nos lembra alguém, pois temos os cinco sentidos, olfato, audição, visão, paladar e o sinestésico que é o tato, que nos faz sentir.

A Martha Gabriel nos deu 12 dicas para refletirmos um pouco mais, e utilizarmos nosso cérebro de forma mais consciente. Na primeira dica ela utiliza uma frase que conhecemos muito do Descartes, penso logo existo, mas na verdade somos muito mais sinestésicos, então a gente sente logo existe, e quem manda na gente é o coração, são as emoções, agimos de acordo com o que sentimos e não com o que pensamos. Vamos pensar um pouco mais, um bebezinho quando sente fome ele chora não é, ou seja, ele sente e não pensa na fome.

A segunda dica que ela dá é para tentarmos dormir de oito horas, a oito horas e meia por noite, eu sei que quando falamos em dormir oito horas por dia parece impossível, mas a quantidade que dormimos a noite influencia diretamente o desenvolvimento de nosso cérebro, quando dormimos alinhamos nossos neurônios para fazer novas neuro transmissões, vamos falar de neuro transmissões do neuromarketing nas próximas semanas também. Então tente dormir um pouco mais, se organize para ir mais cedo para cama, para que você pelo menos consiga dormir oito horas.

A dica número 3 é, crie energia para teu cérebro, coma castanha, evite beber, evite comer açúcar. Sempre que falamos em energia logo vem a mente tomar um café, mas isso é um processo de neurotransmissão, pois acreditamos que tomar café nos dá energia, e na verdade conforme alguns estudos ele não da energia, o fato de acreditarmos nisso é que nos dá energia. E isso também é válido, temos que pensar que isso faz bem, faz sentido para mim é assim que eu quero que aconteça, então pense o que faz sentido para você, e que te dá energia, e o que te tira energia, pense mais sobre isso, como você se alimenta, se bebe água ou não.

A nossa cabeça é uma fazenda de neurônios não é? Vamos tentar começar a criar novos neurônios, para melhorar a atividade do cérebro. Este é a quarta dica que ela nos mostra, criar novos neurônios, aprenda um instrumento novo, você não precisa ser o melhor baterista ou guitarrista, ou o melhor no instrumento que você escolher, mas comece desenvolver seu cérebro com um instrumento totalmente novo.

A dica cinco é também sobre criar novos neurônios aprendendo uma nova língua, fazendo seu cérebro agir de uma forma diferente. A dica número seis é  fazer exercício físico, sempre que você faz exercício físico facilita a geração de idéias, mente sã, corpo são. Eu comecei  a praticar exercício diariamente e em seguida tenho vários insights. Faça exercícios e escreva ou grave o que você está pensando logo em seguida, eu tenho gravado muito, inclusive a última dica que ela dá é para utilizarmos esses assistentes digitais que temos nos celulares para nos ajudar, mas vamos falar disso daqui a pouco.

A dica número sete é, produza ocitocina, abrace, ocitocina é a fórmula do amor, traz mais confiança, a melhor forma de criar ocitocina para você que não está gradiva, é abraçar. A dica oito é gameficação, você já deve ter ouvido falar, a gameficação ativa a competição, é a competição que ativa o cérebro. Pense sobre isso, estamos sempre competindo, e não é um com o outro e sim com a gente mesmo, para que sejamos  cada vez melhor.

A dica nove, me lembra muito aquele filme Forest Gump, não sei se você já assistiu, o ator é um contador de história, e a dica nove é, storytelling, conte histórias, não queira convencer, persuadir direto. Conte uma história, envolva seu consumidor, isso modifica a química do cérebro, pois quando você conta uma história, você envolve o outro, no curso que eu fiz essa semana sobre o poder do sim, com Fernando Felix, ele citou um exemplo simples sobre storytelling, como em um aniversário após os parabéns todo mundo pede um discurso, e a pessoa diz obrigada a todos os presentes, mas e se ela transforma-se  isso num storytelling, dizendo assim: nossa nesse momento eu tenho que agradecer ao fulano e ciclano que estão comigo a 10 anos, eu lembro de tal evento, de tal aniversário, criando uma história envolvendo as pessoas, seria bem diferente a sensação não é? Então crie histórias e envolva mais as pessoas.

A dica número dez é medite, a meditação, é também algo muito difícil, mas se você se interessar dê uma olhada em mindfulness, eu fui em um evento de mindfulness e é muito legal, pois ele te faz sentir e viver o presente, vivendo cada momento intensamente. Os Coaching costumam dizer, 100% satisfação ou nada, então viva o presente, sinta o momento, respire o ar que você está, sinta na pele, o cheiro, o gosto, a energia.

A dica número onze  é a fadiga de decisão, e é muito interessante, foi a primeira dica que eu comecei a usar, pois foi a que mais fez sentido para mim. Ao longo do dia nosso cérebro também vai ficando cansado e como nosso corpo cansa o cérebro também cansa, então a dica é tomar as decisões importantes pela manhã, para termos decisões mais assertivas, quando o seu cérebro ainda está mais disposto, tomar uma decisão a noite pode ser mais difícil. Tome decisões importantes pela manhã, não deixe para tomar decisões ao longo do dia, pense mais sobre as suas decisões importantes logo que você acorda, não gaste seu cérebro pensando nelas a noite, e as decisões simples como que roupa vou vestir amanhã, essa decisões são chamadas de decisões burras, deixe para decidir a noite, não gaste neurônios com elas.

A última dica que já citei é, converse com seus assistentes digitais, utilize seu bloco de notas, a agenda do seu celular, tudo para potencializar o uso do seu cérebro. Pense que nosso cérebro é igual a um HD, quanto mais ele estiver cheio mais lento ele fica, e derrepente ele trava, evite o acúmulo de informação no cérebro deixando ele mais livre para coisas importantes. Lembra sempre que na vida tudo é uma troca e continue comigo, que vamos falar muito sobre neuromarketing, neurociência, neurotransmissores, não esqueça de seguir minha fanpage @navidatudoéumatroca e meu instragram @anabarbara.dias. Obrigada!

O que você deixou de ser quando cresceu?

O que você deixou de ser quando cresceu?

Essa semana estive em um curso em Porto Alegre sobre neuromarketing e lá falou-se muito em comportamento do consumidor. O que deixamos de ser quando crescemos? Como mudamos nosso comportamento? Lembra quando consumimos quando criança por influência dos nossos pais, e ao nosso evoluir, ao crescer, começamos a consumir conforme nossos amigos, e depois de acordo com nosso psicológico, de como nos sentimos consumindo, e em seguida passamos a consumir de forma pessoal.

Como estão as empresas em torno disso? Elas, com esse novo comportamento de compra do consumidor perceberam a importância de fazeremparte dos clusters, fazer parte das comunidades, ou seja, interagir diretamente com o consumidor através destas comunidades. Percebe-se hoje que pouco acreditamos nas publicidades de antigamente, por exemplo, lembra como consumimos batom na década de 80 com a propaganda compre batom? E em seguida não é uma brastemp? E outras que nos influenciaram e influenciaram os nossos pais a consumir. Hoje não consumimos mais assim, nós primeiro questionamos alguém, algum conhecido de tiro de nossos clusters, e não foi a toa que o facebook criou o recomendação, assim podemos pedir recomendações pela rede social, aos amigos que estão ali conectados.

Nós consumimos conforme a nossa comunidade, e o grande objetivo das empresas é possuir advogados da sua marca, eles estão dentro das comunidades e no momento necessário defenderão a marca e indicarão uma compra. Olha que interessante esse novo comportamento do consumidor, esse novo comportamento em que decidimos através dos nossos amigos e conhecidos o que consumir ou não. Quando vamos comprar perguntamos aos nossos amigos do whatsapp, facebook ou outra rede social qual indicação, como consumir o que eles indicam.

Essa semana no curso foi muito interessante, pois percebi como a neurociência está ligada ao nosso comportamento de compra, como nosso cérebro e as ações de marketing influenciam no nosso comportamento, nas nossas ações, como acabamos consumindo para fazer parte de uma sociedade, para fazer parte de um grupo, para nos sentirmos aceitos, vamos começar a pensar como consumimos? Olha que interessante o que o marketing faz, pois ele cria processos para que sejamos induzidos sem perceber.

Nós vendemos o tempo inteiro, na vida pessoal e nas empresas em que trabalhamos, se pararmos para pensar vendemos idéias, produtos, vendemos a nós mesmos, para fazer parte de grupos de amigos, e de grupos profissionais, então vamos pensar um pouco mais em nossas ações e nos nossos processos de compra, o que você tem consumido, como você tem sido influenciado, como você tem influenciado outras pessoas para consumir. E a pergunta final que fica, o que deixou de consumir ou passou a consumir quando cresceu?

Nas próximas semanas vamos conversar um pouco mais sobre o neuromarketing, sobre a neurociência, sobre como nosso cérebro muitas vezes nos engana, como queremos acreditar que alguma ação é certa ou que alguma ação de compra é a melhor, como muitas vezes sofremos de dissonância cognitiva, que é um processo em que consumimos e depois nos arrependemos.

Comece a pensar em seus processos de compra e continue a acompanhar semanalmente o blog, e não esquece, se tiver alguma sugestão ou dica, que queira que eu escreva comente aqui ou nas redes sociais. Meu Instagram é @anabarbara.dias e minha fanpage é @navidatudoeumatroca, porque afinal tudo na vida é uma troca. Obrigada! Até semana que vem.

O marketing e as inteligências

O marketing e as inteligências

Lembra na semana passada que conversamos sobre toda a evolução do marketing e como ele tem influência em nossas vidas? Essa semana, quero conversar com você sobre as inteligências que a gente desenvolve, e olha que engraçado, que coincidência, que o processo acontece junto com o marketing. No marketing 1.0 percebemos que ele tem o foco na venda, e ao mesmo tempo em que o marketing surgia, era estudado, as  múltiplas inteligências, e afinal qual a ligação das inteligências desenvolvidas por nós com o marketing?

A primeira delas é a inteligência racional, que é a inteligência com a qual resolvemos problemas lógicos, matemáticos, tomamos decisões com base em algo, em alguma necessidade, em alguma razão. Perceba que a inteligência racional tem muito a ver com a razão, com o processo de compra, com o processo do marketing 1.0, que visava produzir e vender, é a razão acontecendo. Em que o consumidor não é emocional ele somente consome por instinto por perceber uma necessidade.

Quando estudamos o marketing a fundo percebemos que o marketing identifica as necessidades para criar um desejo, e esse desejo embutido no consumidor o faz acreditar que essa é a necessidade dele naquele momento, mas na verdade é um desejo que o marketing criou. Então se seguiu os anos e surgiu o marketing 2.0, que se preocupa com a satisfação, e não só em vender, nesta fase as empresas produzem pensando na satisfação dos consumidores, e qual a inteligência que surge, e se relaciona com o marketing?

É a inteligência emocional, em que temos a emoção envolvida. Ela conforme o autor Gilberto Vitor, está relacionada às habilidades de motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns.

Ela então agrega a razão com a emoção, tal como no marketing 2.0, trazendo produtos que tenham custo benefício, que sejam funcionais e emocionais. Surge então o marketing 3.0 que é voltado para as relações, que é centrado nas relações humanas, trazendo com ele à inteligência relacional. Eu tenho então inteligência racional, emocional e relacional, para que seja possível se relacionar com todos os envolvidos. Lembra que semana passada eu citei que no marketing 3.0 temos o envolvimento de muitos para muitos? Temos todos participando do processo construtivo de um produto, de uma ideia, queremos então a funcionalidade, a satisfação e a relação de muitos.

Então temos o que vivemos hoje em dia, a inteligência artificial, perceba como as inteligências acompanharam a evolução do marketing. O que vivemos hoje é o marketing 4.0, que tem o foco na conexão, que é feita através da internet, das redes, sendo este interligado à inteligência artificial, que segundo a Martha Gabriel, também é conhecida como computação cognitiva, ou seja, o computador poder pensar como o ser humano, que possui um potencial inigualável, permitindo superar os nossos cérebros, expandindo para um progresso gigantesco.

Percebemos então a força da inteligência artificial vindo para agregar ainda mais valor no processo do marketing 4.0. Olha que interessante, que todo mercado se desenvolve junto com a nossa vida, como todos os comportamentos se adaptam com as inteligências que vamos aprendendo, se adaptando também ao mercado em que vivemos e aos processos que acontecem ao nosso entorno.

Comece a perceber mais o quanto nossas inteligências e o marketing estão ligados. Continue acompanhando o blog, não se esqueça de comentar, deixar dicas, sugestões, me segue no Instagram @anabarbara.dias, acompanha também a fanpage no facebook @navidatudoeumatroca, e não esqueça que na vida tudo é uma troca. Obrigada.