Miopia ou cegueira?

Miopia ou cegueira?

Você já deve ter se questionado se está acompanhando o mercado, se sua empresa está conseguindo implementar as novas tendências do marketing, principalmente as inovações digitais, mas antes de pensarmos sobre estarmos acompanhando ou não essa evolução crescente, precisamos ter a consciência se estamos míopes ou cegos em relação ao marketing.

Miopia é a dificuldade de enxergar o que está distante, certo? E miopia do marketing é a dificuldade em enxergar o cliente, que é o ‘’ser” mais distante da empresa, ou seja, é acreditar que fazer campanhas exclusivamente para divulgar o produto, sem pensar em satisfazer as necessidade e desejos do cliente é o mais eficaz. E, posso te afirmar que não é, conforme já dizia Theodore Levitt, que identificou na década de 70 esse problema com a visão dos empresários acontecendo pela primeira vez, e quando falo visão é de uma maneira metafórica.

Provavelmente já nos deparamos com empresas que não conseguem olhar ao seu redor e querem continuar fazendo a mesma estratégia de marketing, sem acompanhar as inovações, ou pior ainda, sem prestar atenção em seu consumidor.

Como citou Joseph Teperman em sua palestra, “Uberize-se para não ser Kodakeado”, essa citação sua que é o título de sua palestra fala exatamente dessa miopia, ou melhor cegueira que muitas empresas estão vivendo, não querendo enxergar esse mercado em crescente evolução.

Precisamos sim nos “uberizar”, acompanhar as tendências, para que a nossa empresa cresça, precisamos estar cada mais perto dos nossos clientes, de preferência cocriando com eles, para que cada vez mais eles se sintam parte da empresa, e que está tenha seus clientes fidelizados. Assim a empresa conseguirá evitar de ser Kodakeada, ou seja, não querer acompanhar esta disrupção mercadológica e ficar para trás, ser vencida por seus concorrentes.

Então, preste mais atenção ao seu entorno, analise o contexto, realize pesquisas de satisfação, esteja sempre conectado com seu cliente, online e off-line também, fique de olho na concorrência, e para mim o principal de todos, corrija a visão de seus funcionários, pois eles são a cara do seu negócio e provavelmente será através deles que o cliente chegará até você. E não se esqueça que na vida tudo é uma troca. Obrigada.

 

Como tornar uma marca ubíqua?

Como tornar uma marca ubíqua?

Sua estratégia de marketing só será efetiva se for ubíqua, ou seja, estiver concomitantemente em diversos canais através de diversas pessoas, mas a grande questão que surge é como fazer para ser ubíquo?

Já conversamos aqui sobre ubiquidade de marketing, você lembra, se não lembra, ou não leu, confere o link antes de continuar esse artigo http://anabarbaradias.com.br/ubiquidade-do-marketing/ e se você já leu e lembra vamos continuar nosso papo.

Com o surgimento da tal disrupção mercadológica, ou como gosto de chamar, disruptmkt, estamos tendo que rever todas as nossas estratégias de marketing, não é? Precisamos nos reposicionar, aplicar novas estratégias de marketing de relacionamento, de marketing pessoal e principalmente de marketing digital, e com isso começamos a entender como é importante ser tal como a internet, ubíqua.

E essa semana é sobre essa tal ubiquidade que quero voltar a conversar, ubiquidade nada mais é do que estar em todos os lugares ao mesmo tempo, como acontece hoje com a internet, e com a internet, surgem as mídias sociais, Instagram, face, dentre outras, e estas mídias sociais estão o tempo todo interferindo e interagindo em nossa rotina diária.

Pense em quantas vezes você é acionado pelo WhatsApp, quantas vezes você abre e dá uma conferida no Instagram, e em outras mídias sociais, ou quantas vezes antes de tomas alguma decisão você confere a internet, pois é, percebeu como elas são ubíquas e estão em todos os lugares o tempo todo, através de nós?

É então que precisamos perceber que as estratégias de marketing digital estão impactando diariamente milhares de pessoas. E como a sua empresa está utilizando dessas estratégias para gerar mais leads? Como a sua empresa está tentando se tornar ubíqua?

O grande desafio estava em tornar a internet parte do nosso cotidiano e hoje já não conseguimos mais ficar sem ela, surge então um novo desafio fazer com que a ubiquidade faça parte da sua marca, que ela consiga estar presente em diversos lugares ao mesmo tempo, através da tecnologia e das pessoas, pense como seria alcançar um posicionamento de marca tão perfeito que seus clientes não conseguissem pensar em outra marca que não a sua.

E é assim que a ubiquidade do marketing vai se tornando cada dia mais real e mais ativa, e nós precisamos escolher, estar em todos os lugares através das mídias sociais e dos nossos clientes, pois só assim conseguiremos ser ubíquos mesmo que em um segmento específico. Pense nisso! E continue comigo que semanalmente teremos novidades, e muita troca. Obrigada!

O foco está no H2H

O foco está no H2H

Muito já se ouviu falar em B2B e B2C não é mesmo? Mas você já ouviu falar em H2H? Antes de entrarmos no assunto desta semana, quero voltar um pouquinho nos conceitos de B2B e B2C, você sabe a diferença?

Os dois termos são termos bem antigos já usados a bastante tempo no mundo dos negócios e no mundo do marketing, B2B é o termo utilizado para nomear negócios de empresa para empresa, ou seja, é a venda entre empresas, e B2C é o termo que nomeia negócios de empresa para consumidor final, ou melhor dizendo, a venda para consumo.

Na venda B2B o cliente é outra empresa, e a compra pode ser para consumo da empresa, para revenda, ou para insumo da cadeia produtiva que a empresa atua. E no B2C como o foco está no consumidor final, pessoa física as operações são as tradicionais de varejo. E no H2H?

Esta é a nova tendência que surge no mundo dos negócios, e nós do marketing somos peça fundamental para a aplicação desta nova forma de fazer negócios, que vem junto com tantas outras mudanças, que surgem com a tal disrupções mercadológica, ou como gosto de chamar disrutmkt, tema que abordo no meu e-book aqui no blog.

Mas voltando a esta nova percepção que diz respeito à humanos que fazem negócios com humanos, em que ambos têm sentimentos, que querem fazer parte, e sentirem-se parte, precisamos voltar a refletir sobre estas revoluções que surgem com o novo mundo 4.0, na qual o foco central volta-se para o cliente que é alguém que quer se sentir importante para a marca, produto ou serviço que consome.

O termo surge em um momento muito importante no mercado, no qual todos buscam a diferenciação para que possam ser escolhidos e consumidos, é então que precisamos quebrar o paradigma da formalidade e impessoalidade nos negócios, e assim fazer com que nossas empresas estejam cada dia mais próximas dos seus clientes.

E é através do surgimento desta nova tendência que nós do marketing precisamos repensar nossas estratégias de marketing, e a maneira em que as empresas que fazemos parte estão se relacionando com seus clientes.

Precisamos fazer com que entendam que quanto mais próximos dos clientes finais, mais diferenciação terão, e assim mais posicionados estarão, pois como sempre falo, na vida e no marketing tudo é uma troca, e quanto mais conseguirmos trocar, mais conheceremos com quem trocamos, e assim mais H2H faremos.

Continue semanalmente comigo, aqui pelo blog ou pelas minhas redes sociais. Obrigada!

Marketplace: amplie seus horizontes

Marketplace: amplie seus horizontes

Foi se a época em que era necessário ter uma loja virtual para vender online. Marketplace é mais uma das disrupções que vêm acontecendo em nosso mercado, e contribui para que as empresas ampliem seus horizontes, prospectando mais clientes, aumentando assim sua atuação de mercado.

Mas afinal o que é marketplace? É uma plataforma que reúne diversos compradores e vendedores em um único ambiente de venda, facilitando toda a transação que ocorre dentro dela, com toda operacionalização necessária para que acontece a compra.

E sabe qual a grande diferença do marketplace para uma loja virtual? No marketplace você encontra concorrência dentro da mesma plataforma, o que além de facilitar a busca do consumidor, faz com que os vendedores se preocupem mais com os custos benefícios oferecidos aos possíveis clientes. E como vantagem tem mais visibilidades para os seus produtos, que são encontrados de maneira mais rápida e fácil pelo comprador.

Mas nem tudo são flores no marketplace, como a oferta é grande, provavelmente terão diversos produtos como o seu com uma variedade enorme de preços, o que não garantem é que terão a mesma qualidade que o seu não é.

Outra desvantagem também é que mesmo com o uso da plataforma você terá que manter sua loja virtual atualizada, porque o cliente que se interessar pelo seu produto no marketplace poderá querer conhecer mais sobre sua empresa e produtos que oferecem. E algumas plataformas cobram uma porcentagem sobre a venda, o que mesmo assim vale a pena, pois a visibilidade alcançada é muito maior, por serem plataformas muito conhecidas.

Você inclusive já deve ter comprado ou feito pesquisa em uma destas: mercado livre, americanas.com, extra, submarino, buscapé, walmart, entre outros, todos portais de venda colaborativo, reunindo diversos lojistas em um único espaço, que tem como objetivo oferecer a mesma experiência de compra de um shopping com diversas lojas em um mesmo ambiente, que neste caso é online.

Como o próprio significado da palavra diz, Market significa mercado e Place lugar, ou seja, marketplace é um local neste caso online, onde se faz troca entre mercado e consumidor, mas lembre-se- se sempre que seu produto ou serviço só será bem avaliado no marketplace se oferecer exatamente o que se propôs ao consumidor, que então poderá ter uma experiência positiva e indicar para outros consumidores, pois afinal no marketing o foco é sempre a troca, com satisfação para ambas as partes. Continue comigo semanalmente que teremos a cada semana um novo assunto. Obrigada!

Você sabe o que é Groundswell?

Você sabe o que é Groundswell?

É um termo que surgiu após o lançamento do livro Fenômenos Sociais nos Negócios, lançado em 2009, e que une três forças muito atuantes: as pessoas, a tecnologia e as finanças. Groundswell que acabou por ser tornar um movimento surgiu de maneira espontânea, através das pessoas que em suas relações estão cada vez mais se conectando de maneira online.

Em um dos meus textos sobre conexão e clusterização já cheguei a mencionar a nova maneira em que estamos vivendo, o Viver em Rede e Viver da Rede, do filósofo Augusto, que aborda aspectos muito semelhantes ao movimento Groundswell. Ambos por conta da tecnologia e das novas formas de interação entre as pessoas são movimentos irreversíveis e muito importantes que darão o “rumo” para as novas relações que vamos formar, alterando completamente a maneira em que nos relacionamos com os outros.

Vamos entender então como se dá esse movimento? Imagine você, que provavelmente passa maior parte do seu dia conectado, e que agora assume o poder das suas relações, podendo através do uso da tecnologia se conectar a qualquer pessoa no momento que desejar, percebe que até o momento temos duas das forças agindo? Você, ou seja, pessoas, utilizando a internet, ou seja, a tecnologia, para interagir.

A terceira força surge de outra maneira, mas tem total participação neste novo movimento, sendo ela a grande “estrela” do movimento, pois agora as interações quanto mais acontecem mais geram tráfego e a partir deste novo momento este tráfego equivale a dinheiro. Vivemos um mundo em rede, conectado, e quanto mais nos conectarmos de maneira correta com nosso público-alvo mais geramos tráfego e consequentemente mais pessoas nos acompanham e maiores são as possibilidades de gerarmos novos negócios.

Como dizem os autores do livro que citei no início deste artigo “essas três tendências – o desejo das pessoas de se conectar, as novas tecnologias interativas e os fatores financeiros on-line – acabaram criando uma nova era”. Ou seja, este movimento tem alterado as relações e cada vez mais irá alterar também os negócios, que agora conectam pessoas, através de diversos softwares, com o objetivo de gerar tráfego, que equivale a dinheiro, então preste mais atenção com as conexões que você vem fazendo, porque elas podem sim te trazer alguma vantagem financeira. E não esqueça que na vida tudo é uma troca, continue comigo que semanalmente temos novidades. Obrigada!

 

Valuation: você sabe o seu?

Valuation: você sabe o seu?

Neste crescente mercado em que vivemos que a cada dia surge uma nova tendência disruptiva é preciso pensar mais no valor da marca, e quando falo em valor não é apenas valor tangível, de bens, investimento e lucratividade, precisamos também analisar o valor intangível, a análise mercadológica, os concorrentes, como a marca esta sendo percebida pelo público-alvo.

E essa semana é sobre este valor que quero conversar, valor este que funciona como um quebra-cabeça com partes que se encaixam para que ao final se obtenha o valor da marca, mas eu quero ir mais profundo ainda, e você sabe o valor da sua marca pessoal? Já pensou sobre? Pois é, todos temos nossas marcas que carregamos desde o nosso nascimento, e como somos vistos é a nossa análise mercadológica, como nosso público-alvo nos percebe.

Vamos então pensar sobre? Pense comigo, como você é visto pelos que convivem  diariamente com você, e também como és visto pelos que não convivem diariamente, mas te conhecem? Essa semana estive conversando com um grupo de jovens sobre a marca de cada um deles, sobre como tem se posicionado nas redes sociais.

Ao postarmos algo em nossas redes sociais temos analisado qual impacto e quem terá acesso àquela postagem? São peças de um quebra-cabeça que também precisamos encaixar para que assim além de termos nossas marcas pessoais bem posicionadas possamos ter também equilíbrio em nossos mundos.

Comece percebendo seu mundo, percebendo qual impacto você tem causado gosto muito de uma pergunta que me faz perceber bem o valor da minha marca: se você não existisse como seria o mundo em que estas inserido? Se faça essa pergunta diariamente assim conseguirás começar a aumentar o seu valor da marca.

Lembre-se sempre que seu público-alvo é que aumenta o seu valor da marca, por isso faça muita troca, afinal, na vida, tudo é uma troca. Obrigada, conte comigo!

Marketing, marketing, marketing

Marketing, marketing, marketing

Nunca se ouviu tanto essa palavra, todo mundo quer fazer, quer testar, quer ter, quer, quer, quer, mas “perai”, antes precisamos analisar, planejar, definir, aprovar, para depois estruturar, ufa, quanto verbo né. Só que muito tem se falado em marketing, mas será que muito se tem feito?

Então essa semana quero conversar mais com você sobre, você tem percebido que a cada dia surgem novas ferramentas, novas formas de se aplicar essa ciência chamada marketing? Mas eu vou voltar a grande questão, antes de se criar estratégias de marketing é preciso conhecer o cliente, entender o target, compreender qual o objetivo principal de cada ação, para então iniciar-se um planejamento estratégico de marketing.

Quando você acorda e acessa suas redes sociais e descobre que surgiu lá uma nova função, ou quando você acessa um aplicativo habitual e descobre que algo mudou qual sua primeira ação? A minha é entender como funciona e ver quem esta usando, e de que forma, assim eu vou entendendo e “deglutindo” aquela nova funcionalidade ou até mesmo layout. Quando falo deglutir é o meu tempo de compreensão, tempo este necessário para que possamos nos inteirar do processo.

E é sobre esse tempo de compreensão que tenho pensado nesta última semana, e o marketing precisa muito desse tempo, então vamos pensar juntos? Analisa comigo o exemplo que citei acima e percebe como você age. O marketing é uma ciência que só acontece por que pessoas estão trocando entre si lembra? “Marketing é um processo social e gerencial do qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da troca, buscando a satisfação de ambas as partes” já dizia Kotler.

Voltamos então a nossa grande questão, precisamos deixar essa ciência e as pessoas envolvidas também terem seu tempo de compreensão, elas também precisam “deglutir”, para ver se gostam, para ver se aprovam, e se querem efetivar a troca, por isso resolvi essa semana respirar e retornar a grande questão em torno do marketing, que são as pessoas, pessoas trocam, pessoas se satisfazem ou não, pessoas ok? Então sempre que você for criar uma estratégia de marketing fale com pessoas, interaja com elas, tanto com os vendedores quanto com os compradores, assim cliente e público-alvo têm tempo de deglutir e aprovar ou não sua estratégia.

Lembre-se sempre que assim como no marketing na vida tudo também é uma troca, e ela só será benéfica para todos, se todos puderem saborear, para então engolir, e nesse meio tempo temos o tempo de deglutir, ou seja, o tempo de compreensão, por tanto, respire, observe, e aguarde, para depois iniciar sua estratégia, assim as chances dela engajarem efetivamente e de maneira assertiva são muito maiores. Obrigada pela troca!

Você já pensou em engajar a todos com a Gamificação?

Você já pensou em engajar a todos com a Gamificação?

Com o surgimento desse novo mercado, a palavra engajamento vem ganhando cada vez mais força, é preciso engajar colaboradores, engajar leads, clientes, e todos que de alguma maneira tiverem contato com a marca, e a grande questão que surge é: como engajar? Então, antes de te responder quero que pensemos sobre essa onda chamada inovação, a inovação é um tripé, que envolve trazer o novo, que já tenha sido testado e que principalmente agregue valor. Dentro deste tripé da inovação surge a gamificação.

E é através da gamificação que se aumenta o engajamento, despertando a curiosidade e o envolvimento do público alvo, através de jogos aplicados através de uma metodologia orientada a resolver problemas práticos, fazendo assim com que o foco esteja na evolução do jogo, despertando a curiosidade e mantendo o público alvo engajado, sendo este uma das melhores maneiras de aumentar a criatividade dos envolvidos. Ou seja, é um processo que surgiu dos games, e que com a inovação aplicada, ajuda a tornar as tarefas diárias mais atrativas e prazerosas.

Desde sempre fomos atraídos por jogos, sejam eles de vídeo game ou de tabuleiro, eles sempre nos mantiveram por perto, passando de fase, apreendendo técnicas, novos passes e evoluindo continuamente, e a gamificação quer trazer esse mundo interativo, cheio de desafios e metas para o dia a dia das empresas, seja na hora de lidar com seus colaboradores ou ao se envolver com o cliente.

Porém para que a gamificação seja desenvolvida de maneira correta é preciso ter em mente qual o objetivo e meta se pretende atingir, seja este para motivar, para engajar, para gerar melhores feedback, para competição ou até mesmo para diversão, o foco deve sempre estar em determinar quais objetivos de negócio visam alcançar. Trazendo assim o jogo para a realizada, impactando assim pontos como o engajamento, a determinação, o foco e a produtividade, tornando o processo mais simples e aplicável em qualquer contexto.

Em suma a gamificação é uma metodologia que surgiu no Vale do Silício, e já vem sendo utilizada como estratégia de inovação e que serve tanto para motivar e engajar colaboradores, como para fazer treinamentos de processos e métodos de estudos, e como estratégia para fidelizar clientes, buscando sempre o envolvimento e a troca contínua, pois como já sabem na vida, tudo é uma troca. Espero que eu tenha ajudado a desmistificar mais um assunto que surge com essa disrupção mercadológica, continue comigo que semana que vem tem mais. Obrigada!

Growth Hacking, você sabe o que é?

Growth Hacking, você sabe o que é?

Muito tem se falado neste termo, mas você realmente sabe o que significa, e como aplicá-lo? Essa semana vamos desvendar mais um dos termos e ferramentas que surgem com a disrupção mercadológica que estamos vivendo. Antes de entender o termo, precisamos entendê-los separadamente, ou seja, growth significa crescimento, hack, uma brecha, um espaço, e hacking, é o ato de explorar esses espaços ou brechas.

Dito isso, podemos entender o growth hacking como uma prática de encontrar maneiras de promover o crescimento da empresa, ou melhor, dizendo, é o marketing orientado a experimentos. O growth hacking é um uma forma de criar um gatilho, visando resultados rápidos para o crescimento da empresa. Agora que entendemos o significado do termo, a questão que ainda permanece é: e como utilizá-los?

Vamos às respostas: a utilização do growth hacking gira em torno de toda a estratégia de geração de conteúdo, com objetivos relacionados à geração de leads, branding e posicionamento da marca, temas que já abordei em artigos anteriores e que continuarei conversando semanalmente.

Atualmente a criação de conteúdo esta focada na estratégia: aquisição – ativação – retenção – receita e recomendação/AARRR, em que a grande finalidade da estratégia é em torno do crescimento e expansão rápidos da empresa, ou seja, toda a criação de conteúdo da empresa além de estar alinhada a estratégia de marketing adotada, deve conter gatilhos mentais e CTA’s (Call To Action) que realmente estimulem os lead’s.

Toda a estratégia de growth hacking gira em torno de se encontrar gatilhos mentais que atraiam mais e mais clientes, sempre lembrando que processo do AARRR deve estar lincado à experimentação, e com foco em trazer mais clientes para a empresa, ativando estes para que permaneçam e gerem receita e que após indiquem e recomendem a empresa, para que ela permaneça sempre no processo cíclico.

Este é um assunto muito interessante, e complexo, mais fique tranqüilo que continuarei abordando novas tendências semanalmente no blog, só mais um detalhe em torno do tema, se você pensa em desenvolver estratégias de growth hacking, é preciso além do conhecimento técnico e conceitual de marketing, também conhecimento em processos, metodologia de experimentos, tecnologia e principalmente psicologia do consumidor, temas estes que abordarei também no blog. Obrigada, e não se esqueça que na vida tudo é uma troca.

Mercado circular, você faz parte deste círculo?

Mercado circular, você faz parte deste círculo?

Sempre que converso sobre marketing tento demonstrar como este é um processo cíclico, que envolve um processo completamente circular, do qual um mercado elabora um produto ou serviço para um consumidor, que ao consumir ou não retorna com uma ação para o mercado, mesmo que essa ação seja a de não consumidor.

Vamos então entender melhor como se dá o processo do mercado circular, ou melhor, falando da economia circular, e quando falo em economia é um processo de consumo, em que todas as partes interagem e contribuem para uma economia colaborativa, ou melhor, dizendo para um mercado colaborativo.

Quando pensamos em processos cíclicos precisamos entender como funciona todo o sistema. Você já ouviu falar no círculo dourado? Se não, vou tentar te explicar melhor como funciona, caso ainda não compreendas ao final deste artigo vou deixar o link com o vídeo explicativo, no qual o autor desta teoria explica todo o funcionamento do Golden Circle.

O circulo dourado apresenta uma maneira simples de entender como as pessoas consomem, que se resume em uma frase, que gosto muito, e que tem muita profundidade, que é: as pessoas não compram o que você faz, elas compram o porque você faz, ou seja, o que você faz é muito importante sim, mas o centro de todo o processo do consumo envolvendo o circulo dourado é o porque você faz, qual o propósito, você faz um produto para facilitar a vida do seu consumidor? Qual o real objetivo em relação à “existência” do seu produto ou serviço?

E é neste fator que a economia circular vem trabalhar as questões envoltas ao consumo, ou seja, dentro do processo de economia circular, precisamos ressignficar todo o sistema, fazendo com a compra envolva muito mais desejo e afeto, fazendo com que haja a troca afetuosa, ou melhor, ainda o consumo consciente, fazendo com que todos os envolvidos no processo de compra colaborem uns com os outros, tornando assim o processo cíclico.

Sempre que o tema consumo circular é abordado a grande questão deixada é: estamos realmente comprometidos com a construção de um mundo melhor? Para responder a essa pergunta precisamos pensar em nosso propósito, e nos 3R’s do Upcycling que significa: reciclar, reduzir e ressignificar, mas o que isso tudo tem a ver com marketing?

Você deve estar se perguntando, e eu te respondo, TUDO, pois será através de estratégias de marketing, com a ressignificação de novos mercados e formas de consumo que conseguiremos juntos tornar esse processo possível, transformando assim os mercados que estamos interagindo. Porque afinal, na vida, tudo é uma troca não é? Então vamos juntos olhar mais para esse processo circular que nos envolve. Obrigada, e continue comigo que semanalmente teremos novidades.

Conforme combinado segue o link com o vídeo do Circulo Dourado: https://www.ted.com/talks/simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action?language=pt-br