Mindset marketing: como programar sua mente para o mercado.

Mindset marketing: como programar sua mente para o mercado.

Essa semana quero conversar com você sobre um novo olhar para o mercado, uma reprogramação mental na verdade, profunda e duradoura, que tenho percebido ser um processo de extrema importância para os empreendedores. Quando se trata de mercado e empresa, deste processo de troca que é o marketing é importante para todo o empreendedor ter seu olhar programado para reconhecer situações mercadológicas, tais como: oportunidades e ameaças para o negócio, quando é preciso acelerar e quando é necessário frear.

    Todas as situações são reflexos do mindset, ou seja, do conjunto de pensamentos e crenças que existem dentro de nossa mente e que determinam como nos sentimos e nos comportamos. Em seu livro Mindset: a nova psicologia do sucesso a professora de psicologia Carol S. Dweck apresenta o conceito de mindset, que foi identificado através das pesquisas como sendo responsável pelo modo como cada um encara a vida, e que explica muitas das nossas ações, que são determinantes para o nosso desenvolvimento profissional e pessoal.

    E mindset marketing o que é? É a atitude mental que temos, e que nos controla, e influência nas relações que temos com o mercado e para com ele, por exemplo: quando compramos algo, esta compra está em nossa programação mental, ou colocada por nossos pais, ou por nossos amigos, ou por influenciadores, digitais ou não, e é esta programação o mindset marketing. Olhar para o mercado, para as nossas maneiras de consumir, e principalmente a maneira de consumir de nossas personas.

    Sempre que você for consumir algo se questione o porquê? Quem colocou esta programação na sua mente? Como você foi condicionado a consumir este produto? São muitas perguntas que ao fazermos para nós mesmos devemos também fazer em relação ao nosso público-alvo, como programar nossa empresa e produto na mente dele? Pense sobre os seus processos de compra para que a sua programação mental comece a perceber o impacto do mindset marketing, e assim você conseguir compreender como programar a mente do seu consumidor. Obrigada pela troca, e até semana que vem.

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Engajamento: a palavra do momento

Engajamento: a palavra do momento

Você provavelmente deve ouvir muito falar sobre este termo, mas você sabe realmente como engajar de forma efetiva o seu público-alvo?

O termo que surgiu com as redes sociais está cada vez mais em alta, tendo em vista a alta concorrência e expansão do mercado, que trouxe mais esta disrupção, ou seja, vem transformando também a forma de olhar a persona, nome dado ao público ideal do negócio, mas este é um assunto para uma próxima coluna.

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Marketing e Inovação

Marketing e Inovação

 

Você já pensou em como a sua empresa tem lidado com essas duas funções? Sabia que segundo Peter Drucker uma empresa só tem essas duas funções. Parece estranho né, e você deve estar agora pensando que isso é impossível, pois toda empresa precisa de um financeiro, e outros setores, mas calma que vou tentar te mostrar que Drucker tem razão.

Quando pensamos em inovação precisamos pensar em um tripé composto por pessoas, novas soluções e testes, pessoas que trazem novas soluções, que testam elas e que contribuem para este processo inovador, ou seja, inovar deve ser algo simples, algo que melhore os processos da empresa, e ao mesmo tempo algo complexo, pois envolve risco, mas pense comigo, a empresa que não arriscar conseguirá construir um futuro? Todos os grandes líderes e empresas que se destacam atualmente arriscaram, e arriscam o tempo todo.

Podemos pensar na Coca-Cola por exemplo: que em seu primeiro ano de existência vendeu pouquíssimo, e que nos dias de hoje lança uma propaganda falando “essa Fanta é Coca”, ela, é um exemplo clássico de que inovar é preciso. Posso ficar aqui contando diversos exemplos, como o da NetFlix, que inovou por ter ficado muito incomodado com uma situação vivida com a blockbuster, que cobrou um valor absurdo pelo esquecimento da entrega de uma fita de vídeo, foi então que o criador da NetFlix inovou e criou um software para que as pessoas pudessem baixar filmes e compartilhá-los.

Enfim acho que você já percebeu como inovar é um dos pilares da empresa e reflete em todos os outros setores dela, é uma função essencial, pois sem inovação não se cria novos mercados e automaticamente deixa-se um consumidor a desejar. Chegamos então a outra função da empresa que o Drucker citou ser a outra função existente.

Vamos pensar o seguinte, marketing é ação de mercado, ação este que visa troca entre mercado e consumidor, e toda empresa para fazer parte de um mercado precisa gerar essa ação de troca, pois sem clientes a empresa não existe, se ela não existe por não ter consumidores ela automaticamente não tem nenhum setor, entendeu a lógica do Drucker? Sendo assim ele tinha razão, só existem dois setores na empresa, que são marketing e inovação, e a pergunta que fica é: como são estes setores na sua empresa?

Obrigada e continue comigo semanalmente que esse assunto vai longe, e não esqueça que na vida tudo é uma troca!

 

Pirâmide do valor agregado

Pirâmide do valor agregado

Dando ênfase ao intangível para obter melhor posicionamento através da diferenciação. Atualmente estamos vivendo uma disrupção mercadológica, a cada dia que passa novas tendências nascem e outras morrem, processos que eram considerados inovadores se tornam obsoletos, e com o mercado globalizado e crescendo a cada dia, é importante criarmos ações estratégicas de marketing que nos diferenciam de nossos concorrentes.

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Gatilhos mentais

Gatilhos mentais

Entenda como eles podem te ajudar a conquistar mais clientes.

Vamos entender então o que são gatilhos mentais? Primeiro vamos deixar claro, que não são processos de hipnose, ou manipulação, são sim, processos para ajudar a motivar e estimular o seu consumidor, que quando incentivados da maneira correta, são levados a ação de compra. Antes de entendermos os gatilhos mentais precisamos deixar claro um fator de extrema importância, de nada adianta aplicarmos gatilhos se não conhecemos nosso público alvo, então lembre-se para que o estimulo, motive e gere ação é preciso conhecer o público alvo do seu negócio.

Todos nós reagimos aos gatilhos mentais, que são situações geradas de maneira externa e estratégica para nos incentivar e motivar a consumir, e que nos fazem abrir uma portinha em nosso cérebro, para lembranças e experiências passadas, facilitando assim todo o processo de consumo. Lembrando sempre que antes de aplicar qualquer um dos gatilhos é preciso conhecer bem o público consumidor. E entender que os gatilhos mentais podem gerar sintomas emocionais favoráveis e desfavoráveis, então tome cuidado ao aplicá-los.

Vamos então aos principais gatilhos mentais: escassez, é quando você utiliza termos como, está acabando, últimos dias, últimas unidades; outro gatilho é o de autoridade, queremos sempre ouvir quem entende do assunto em questão; um dos gatilhos que tem dado bastante resultado é o de comunidade, todos ao seu entorno começam a utilizar um produto e para que você se sinta parte acaba utilizando também.

Um gatilho muito relacionado a inovação é o da antecipação, ou seja, é ter a necessidade de ser o primeiro, comprar e experimentar antes; o gatilho da reciprocidade também é muito utilizado, a empresa faz algo para você, oferece um desconto, um mimo, um brinde, e você acaba se sentindo na “obrigação” de consumir, porque a loja ou marca foi muito legal com você.

Esses são só alguns dos gatilhos mentais, existem muitos, mas ao eu ver estes são os mais importantes, então estude seu público e comece a aplicar o gatilho que mais pode motivar seu consumidor, e assim realize muitas trocas. Obrigada e até semana que vem.

O mercado é a mente humana

O mercado é a mente humana

Você sabia que o mercado também está controlando o que está em nossas mentes? Essa construção se dá através dos arquétipos, que são o primeiro modelo ou imagem de alguma coisa, ou seja, antigas impressões sobre algo. É um conceito explorado em diversos campos de estudo, como a Filosofia, Psicologia e claro no Marketing. Confira o artigo da semana que saiu na minha coluna no Acontecendo Aqui.

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Diferenciação

Diferenciação

Essa semana quero conversar com você sobre diferenciação, posicionamento e principalmente sobre valor agregado, como fazer para agregar valor à sua empresa. Atualmente o fator diferenciação está sendo muito importante, pois é através deste atributo que conseguimos conquistar e manter os clientes que nos encontram. Surge então a questão da semana, você sabe qual seu valor agregado? Como você tem se diferenciado e posteriormente se posicionado?

Vamos começar então respondendo a primeira pergunta, para descobrir qual o seu valor agregado, você precisa conhecer a pirâmide do valor agregado, que funciona da seguinte forma: na base da pirâmide e como primeiro passo é identificar sua função, o que você faz, para que tenhas sempre em mente, essa função você precisa ofertar com qualidade, pois ela é a base do seu negócio.

Após identificar a sua função e oferta-la com qualidade sobe-se para o outro nível da pirâmide, o nível intermediário, que diz respeito aos benefícios oferecidos aos consumidores, o porquê de eles consumirem, as suas vantagens em relação aos seus concorrentes.

Definida a função e os benefícios você pode então subir para o último degrau da pirâmide, e pensar no valor intangível, e assim conseguir descobrir qual valor a sua empresa agrega aos seus clientes, é no intangível que se definem os reais valores que a sua empresa agrega.

Respondida a primeira pergunta e a ais difícil delas, ao meu ver, você então descobre como tem se diferenciado, o porquê do seu cliente escolher você e não seu concorrente, por isso volto a frisar, de mais ênfase no intangível é através dele que conseguirás te posicionar, e ter a sua marca ou empresa na mente do seu consumidor.

Lembre-se então que na vida tudo é uma troca, e que com esta disrupção mercadológica quanto mais valores agregar, mais diferenciação terás e melhor posicionado estarás. Continue comigo semanalmente e muito obrigada pela troca.

Tendências de Consumo

Tendências de Consumo

O mundo hoje gira em torno do ato de consumir não é mesmo? E é por isso que quero te ajudar essa semana a entender e se aproximar ainda mais do seu cliente, pois quanto mais você entende o ambiente de marketing, mais você compreende o mercado e consequentemente mais consegue entender quais são as tendências que deve seguir.

Ao analisar e pensar em seu consumidor alvo, você não pode esquecer das 10 tendências de consumo, é através delas que você conseguira entender um pouco mais como converter e conquistar um cliente. Antes de falar sobre elas você deve ter em mente que tendências são momentos e que não podemos nunca deixar de ouvir nosso consumidor, e estar sempre de olho no mercado.

Vamos então para as 10 tendências de consumo: vou listar todas e explicar as que necessitam de explicação, e se você se interessar mais sobre o assunto é só dar uma pesquisada no google que encontrarás muitas e muitas dicas sobre.

1.Utillize dados para estar sempre no rastro do seu público-alvo;

2.Pense sempre em tornar seu cliente um embaixador da marca, os clientes não querem apenas consumir, eles querem amar e fazer parte da empresa/marca;

3.Olhe cada cliente como uma persona, com características únicas, lembre-se que eles são especiais e que cada um tem um desejo diferente ao se relacionar e consumir seu produto ou serviço;

4.Tendência não é sair seguindo tudo e todos, você não pode de jeito nenhum perder sua essência e o propósito de existência da sua empresa, foque em evoluir, mas não se perca no caminho;

5.Com a conectividade você precisa se esforçar para estar em mais de um local ao mesmo tempo, lembra da ubiquidade que abordei aqui no blog? Tente tornar sua marca mais ubíqua possível;

6.Diferencie-se, pois só através da diferenciação que você conseguirá posicionar-se;

7.Inove, utilize-se do olhar moderno, mas traga também o clássico, as pessoas querem o novo, mas não totalmente novo, faça releituras;

8.Esteja sempre de olho na realidade virtual, a inteligência artificial já faz parte do nosso dia a dia e a tendência é aumentar sua interação a cada dia;

9.Mantenha-se sempre conectado com seu público e principalmente com seus stakeholder’s, as pessoas não buscam mais informações com empresas elas buscam em seus cluester’s;

10.Comece a estudar sobre as moedas virtuais, logo logo elas estarão fazendo parte da sua empresa;

E não esqueça que como no marketing que vive de trocas, tudo na vida também é uma troca, então troque muito, se relacione, conecte-se e assim estarás sempre em sintonia com seu consumidor. Obrigada e até semana que vem!

Planejar é preciso, mas…

Planejar é preciso, mas…

Sim é necessário, porém nada adianta planejar e não gerar nenhuma ação. E com o planejamento de marketing é a mesma coisa, é preciso planejar as ações de marketing da empresa, sejam elas voltadas para a empresa, ou para um produto, o planejamento guiará as ações que devem ser executadas para o alcance dos objetivos de cada etapa.

Já dizia Kotler, elabore seu planejamento de marketing e deixe sua empresa menos vulnerável à imprevistos. E o pai do marketing tem toda razão, pois com toda essa disrupção mercadológica que estamos vivendo é necessário planejar cada passo, de cada ação, para que os imprevistos consigam também ser pensados caso ocorram.

Las Casas, autor renomado no mundo do marketing reitera também que: “as principais informações de um plano de marketing são aquelas que se referem ao mercado, aos consumidores, aos programas de marketing e à alocação dos investimentos necessários”.

E é neste ponto que chego no assunto da semana, muito importante planejar, gerar ações para que se alcance o objetivo almejado, porém tenho visto diversas empresas e marcas que elaboram seu planejamento de marketing de maneira exemplar, mas esquecem de analisar o mercado e principalmente os consumidores, que devem ser foco de todo o plano de marketing.

Sempre que inicio um plano de marketing, seja ele digital ou não, foco no ambiente de marketing, que é parte essencial da estratégia e do planejamento, pois conhecendo o ambiente de marketing você conhecerá tão bem todos os envolvidos com sua empresa e marca, que se tornará fácil e mais assertiva todas as suas estratégias de marketing contempladas no plano.

O ambiente de marketing é composto por três ambientes, o macro, que contém o olhar externo da empresa, como: setor demográfico, econômico, tecnológico, o micro, em que são contemplados clientes, concorrentes, intermediários, fornecedores e stakeholders, e o ambiente interno, que para mim é o primeiro a fazer parte do plano, participando e sendo parte, pois no ambiente interno são contemplados os funcionários, que são seus primeiros clientes.

Pense sempre no seu planejamento em permitir que sua equipe de colaboradores participe, opine e possam contribuir efetivamente, pois são eles que estarão na ponta, em contato direto com seu consumidor, pois como cita Simon Sinek criador do círculo dourado (https://www.youtube.com/watch?v=h8hUECLFVuw) , as pessoas não comprar o que você faz, elas compram o porquê você faz, e nada melhor que ter funcionários que sejam embaixadores da marca para que estes conquistem clientes para sua empresa.

Realize trocas, torne sua marca ubíqua, e tenha embaixadores da sua marca, semana que vem conversamos mais sobre! Obrigada.

Miopia ou cegueira?

Miopia ou cegueira?

Você já deve ter se questionado se está acompanhando o mercado, se sua empresa está conseguindo implementar as novas tendências do marketing, principalmente as inovações digitais, mas antes de pensarmos sobre estarmos acompanhando ou não essa evolução crescente, precisamos ter a consciência se estamos míopes ou cegos em relação ao marketing.

Miopia é a dificuldade de enxergar o que está distante, certo? E miopia do marketing é a dificuldade em enxergar o cliente, que é o ‘’ser” mais distante da empresa, ou seja, é acreditar que fazer campanhas exclusivamente para divulgar o produto, sem pensar em satisfazer as necessidade e desejos do cliente é o mais eficaz. E, posso te afirmar que não é, conforme já dizia Theodore Levitt, que identificou na década de 70 esse problema com a visão dos empresários acontecendo pela primeira vez, e quando falo visão é de uma maneira metafórica.

Provavelmente já nos deparamos com empresas que não conseguem olhar ao seu redor e querem continuar fazendo a mesma estratégia de marketing, sem acompanhar as inovações, ou pior ainda, sem prestar atenção em seu consumidor.

Como citou Joseph Teperman em sua palestra, “Uberize-se para não ser Kodakeado”, essa citação sua que é o título de sua palestra fala exatamente dessa miopia, ou melhor cegueira que muitas empresas estão vivendo, não querendo enxergar esse mercado em crescente evolução.

Precisamos sim nos “uberizar”, acompanhar as tendências, para que a nossa empresa cresça, precisamos estar cada mais perto dos nossos clientes, de preferência cocriando com eles, para que cada vez mais eles se sintam parte da empresa, e que está tenha seus clientes fidelizados. Assim a empresa conseguirá evitar de ser Kodakeada, ou seja, não querer acompanhar esta disrupção mercadológica e ficar para trás, ser vencida por seus concorrentes.

Então, preste mais atenção ao seu entorno, analise o contexto, realize pesquisas de satisfação, esteja sempre conectado com seu cliente, online e off-line também, fique de olho na concorrência, e para mim o principal de todos, corrija a visão de seus funcionários, pois eles são a cara do seu negócio e provavelmente será através deles que o cliente chegará até você. E não se esqueça que na vida tudo é uma troca. Obrigada.